terça-feira, 19 de outubro de 2021

Bolsonaro alerta: ‘A conta está vindo pesada. E não chegou toda a conta ainda, vai chegar mais’


O presidente Jair Bolsonaro conversou com cidadãos que o aguardavam nos jardins do palácio da Alvorada, quando rebateu as críticas sobre a economia. Bolsonaro lembrou que todos os países atravessam uma crise econômica, que é resultado das medidas tomadas a pretexto de combater a pandemia. Bolsonaro disse: “Os problemas existem, né? O que é duro é a incompreensão. A política do fique em casa, a economia a gente vê depois,  abalou o mundo todo, e o Brasil não está fora deste contexto. O tempo todo eu sou responsável por tudo. Se é assim, ache um cara melhor. Não tem problema nenhum, tem muita gente boa candidato aí”.

O presidente disse: “Eu vou cumprir meu mandato, sem problema nenhum, vou fazer o que é possível. Mas analisem - sei que vocês moram no Brasil - o que está acontecendo nos EUA, na Europa, no mundo todo. Essa política aí, muita gente no Brasil apoiou. Muitos apoiaram ficar em casa. Agora a conta chegou. Agora, quem fechou tudo não fui eu. Eu não fechei um botequim. Então, quem fechou e destruiu empregos não fui eu. A conta tá aí.  A conta está vindo pesada. Não chegou toda a conta ainda, vai chegar mais. Combustível, energia elétrica, alimentação. Agora, a pior coisa que tem é desesperar. Achar um responsável pelo seu insucesso. Responsável é quem adotou essas políticas aí, do politicamente correto, né? E até hoje ainda vemos alguns governadores exigindo, por exemplo, passaporte de vacina. Nós queremos é salvar vidas. O governo não abriu mão de atender em tudo o que foi possível, inclusive dando dinheiro para 68 milhões de pessoas que foram obrigadas a ficar em casa por decisão de governadores. Agora, a conta é pesada, pessoal”.

Respondendo a um cidadão que falava da perseguição ao presidente, Bolsonaro disse: “pra mim, não pega nada, não, que eu estou ignorando tudo isso. Vou me preocupar com CPI, por exemplo? É brincadeira! Tem acusação do Renan - do Renan! - suspeita de corrupção”.

A perseguição referida pelo cidadão não se limita ao presidente, mas atinge cidadãos e empresas que apoiam Bolsonaro ou que simplesmente se atrevem a expressar opiniões que não condizem com aquelas que o cartel de mídia quer impor. Para essas pessoas, não há estado de direito nem respeito a garantias e direitos fundamentais. Em CPIs e inquéritos secretos, sigilos são quebrados, bens apreendidos, e pessoas são censuradas e até presas. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão que visa impedir o funcionamento de sites e canais que fazem jornalismo conservador independente. Anteriormente, o jornal já teve todos os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crimes. 

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