terça-feira, 5 de outubro de 2021

Bolsonaro expõe aparelhamento feito por Lula, cita delação de Palocci e contesta pesquisas


Em entrevista à velha imprensa, o presidente Jair Bolsonaro esmiuçou como Lula, Dilma e o PT aparelharam e lotearam ministérios e os mais diversos âmbitos do Estado Brasileiro. Neste contexto, o chefe de Estado contestou pesquisas eleitorais, desabafou a respeito da pressão que se exerce sobre a Presidência da República e aventou como implementou uma gestão voltada a priorizar o futuro do Brasil.

Bolsonaro encetou: “Pesquisa é uma coisa. A realidade é outra. O que o outro lado faz? ‘No meu tempo, o gás era tanto’. Pegaram uma economia arrumada, de certa forma, do Fernando Henrique Cardoso. A gente está arrumando a casa, engordando o porquinho e espera que o ‘lobo mau’ não coma o porquinho. A gente quer o bem do Brasil, não o meu bem. Nem cartão corporativo eu uso. Tenho três cartões corporativos. Na viagem para os EUA, foi gasto para encher o tanque do avião. Como vou garantir material de limpeza para esse trem aqui? Desliguei aquecedor da piscina. Eu sou maluco, levanto à noite e apago um monte de luz aqui”.

Dessa maneira, o mandatário fez severas críticas a Lula: “Do outro lado, [Lula] gastava horrores, não tinha teto de gastos, não tinha problema com o parlamento, nenhuma dor de cabeça para ele. Loteou tudo. A própria delação do Palocci diz que ele loteou tudo, só faltou o Banco Central. De resto, aparelhou tudo. Completamente diferente. Estou com recorde de tempo para sabatinar o André Mendonça. Isso não aconteceu no passado. Era um relacionamento, entre Executivo e Legislativo, diferente do que é hoje. O PT, hoje, iria, com certeza, furar o teto de gastos. Acho que foi o Ciro, ou o Lula, que disse que iria rodar mais trezentos milhões na Casa da Moeda. Assim, você vai comprar pão com uma sacola de dinheiro”.

Ademais, Bolsonaro mencionou prospectos para o futuro: “Conversei com Boris Johnson e ele quer um acordo emergencial conosco para importação de alimentos (...). Investimos, colocamos a Caixa Econômica para entrar, também tem a nova rota da fruticultura. Por que não tem mais invasão do MST? Quase zerou. Cortei dinheiro de ONGs para eles. Fomos com tudo em títulos da reforma agrária. A única satisfação que tenho é saber que não tem um comunista sentado nessa cadeira”.

Este vídeo mostra o presidente da República, eleito democraticamente pelo povo brasileiro, em entrevista à velha imprensa, divulgada pelo próprio presidente pelas redes sociais. A renda deste vídeo e de todos os outros da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, ministro do STF e presidente do TSE. O ministro decidiu, de forma monocrática e em um inquérito administrativo, confiscar toda a renda da empresa, a pretexto de impedir a divulgação de discursos que não lhe agradam. Sem a renda, a empresa em breve não poderá mais manter sua estrutura em funcionamento, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores.  Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

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