quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Bolsonaro refuta ataques da CPI, expõe conluio de Renan com a mídia e descalabros do PT no BNDES


O Presidente Jair Bolsonaro participou da cerimônia de inauguração do Ramal do Agreste, em Sertânia (PE). Em seu discurso, o presidente enfatizou que, em seu governo, é possível fazer obras porque não existe mais a corrupção que marcou os governos anteriores. O presidente disse: “no passado, o dinheiro ia para outro lugar, não ia para obras”.

Bolsonaro afirmou que o dinheiro que é pago em impostos pelo povo tem que voltar em benefícios para o próprio povo. Ele lembrou que o governo anterior, mesmo tendo muitos recursos, não concluiu obras, e as estatais davam prejuízo. Ele disse: “dinheiro que ia para o ralo, ia para a corrupção. Esse dinheiro vinha de vocês e quase nada era destinado para o bem da população”. 

O presidente comemorou ver tantas bandeiras e roupas verde e amarelas e disse que o Brasil está “deixando para trás o vermelho da corrupção, do descaso e do retrocesso”. O povo gritou, em resposta, “a nossa bandeira jamais será vermelha”. O presidente prosseguiu: “não foi fácil combater esse tipo de gente, mas começamos, com a graça de Deus, a mostrar para o Brasil quem nós éramos, o que nós queríamos, e onde poderíamos chegar”. 

O presidente apontou que seu governo ajudou a todos os estados e municípios, independente dos partidos dos governantes. Ele disse: “muitos adotaram a política do fique em casa, a economia a gente vê depois. Quase quebraram o Brasil”. O presidente disse que, graças aos esforços do governo, os cidadãos não ficaram desamparados e o país se prepara para retomar a economia. Bolsonaro disse: “são momentos difíceis, mas nós não deixaremos ninguém para trás. Lamentamos tudo isso, mas nós fazemos o melhor. Tanto é que eu posso afirmar que o Brasil é um dos países que menos sofreu com a questão da economia”. 

O presidente mencionou os esforços contra seu governo, como os empreendidos pelo comando da CPI da pandemia no senado, dizendo: “aqueles que nunca fizeram nada pela nação nos atacam”. Ele apontou: “não acharam um só vestígio de corrupção no nosso governo, apenas atacam o tempo todo. E hoje em dia, quem diria, Renan Calheiros pauta a imprensa brasileira. Um senador que nada fez, sequer para seu estado de Alagoas, que dirá para o Brasil. E aquele cara vem dizendo que quer o Renan Calheiros presidindo o senado com a eleição dele a presidente da República. O povo brasileiro sabe o que passou ao longo desses 14 anos, o que foi um governo envolvido em corrupção do primeiro ao último dia”.

Bolsonaro prosseguiu: “o PT acabou excelentes obras fora do Brasil, com o dinheiro nosso do BNDES. É metrô em Caracas, porto em Cuba, aeroporto em Angola, e tantas e tantas obras em países comunistas e socialistas. Nós não queremos isso mais para o nosso Brasil. Nós queremos alguém que tenha, mais do que o discurso, o comprometimento de levar esse país para a frente”. Bolsonaro lembrou que o próximo presidente indicará dois ministros para o Supremo Tribunal Federal no primeiro semestre de seu mandato. E disse: “nós temos como mudar essa nação. Nós todos estamos no mesmo barco, todos somos responsáveis pelo destino da nossa nação”.

Este vídeo mostra um pronunciamento do presidente da República, eleito democraticamente, durante a inauguração de uma obra do governo federal. A Folha Política mostrou este e outros pronunciamentos do presidente da República, e de representantes dos três poderes, assim como atos, eventos e declarações de pessoas relevantes para o debate público. 

Entre inúmeros conteúdos da vida política brasileira, a Folha Política mostrou ao público os debates em torno de uma Proposta de Emenda à Constituição que visava aperfeiçoar o sistema eleitoral. A Folha Política mostrou os debates promovidos pelos proponentes da PEC, e também os debates ocorridos na Câmara dos Deputados, desde a proposição, passando pela Comissão Especial que debateu o tema, pela Comissão de Constituição e Justiça, até sua votação em plenário. O jornal também mostrou os pronunciamentos do presidente da República sobre o tema.  Foram expostos os argumentos favoráveis, contrários, e inclusive os argumentos dos partidos que defenderam a proposta, mas votaram contra. 

O ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio de Luís Roberto Barroso, presidente da corte e ministro do STF, considerou que mostrar o debate público, com as opiniões de agentes legitimamente eleitos pelo povo e de figuras relevantes da política nacional, seria alguma espécie de “ataque” a alguma instituição. Em decisão inédita, o ministro mandou confiscar a renda do jornal, assim como de outros sites e canais conservadores, para impedir suas atividades. 

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há quase 10 anos, a Folha Política vem mostrando a realidade da política brasileira e quebrando barreiras do monopólio da informação. Com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...