quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Coronel Tadeu expõe ‘assalto’ de governos petistas, detona Lula e mostra bilhões enviados para obras em ditaduras


Da tribuna da Câmara, o deputado Coronel Tadeu falou sobre como os problemas da economia, inclusive a fome, ainda decorrem da roubalheira de governos anteriores. Coronel Tadeu apontou: “O Governo Bolsonaro vem, aí, trabalhando duro, trabalhando com bastante responsabilidade para poder dar o melhor para o povo brasileiro. O Brasil é grande, mas ainda não é rico. O Brasil foi assaltado alguns anos atrás. Alguns governos, alguns governantes fizeram do nosso país um banco de negócios, prejudicando sobremaneira as finanças do nosso país. O Brasil é a oitava economia do mundo, mas poderia ser a terceira, a quarta. O Brasil poderia produzir muito mais, mas infelizmente os desmandos que aconteceram impossibilitaram o país de hoje estar num patamar mais alto, competindo com países às vezes menores, mas muito mais ricos, como o Japão, por exemplo”.

O deputado explicou que o governo Bolsonaro foi ainda prejudicado pela pandemia, como ocorreu no mundo inteiro. O deputado disse: “O presidente Jair Bolsonaro assumiu com muitas dificuldades. Em 2019, ocorreu um avanço estrondoso. O Brasil começava a decolar, mas foi acometido pela pandemia - tivemos que rever todo esse plano de voo para poder dar aos que mais precisam. Foi realizada a maior distribuição de renda já feita no mundo”.

O deputado acrescentou: “O Governo Bolsonaro combateu aquele que insiste em corromper, aquele que insiste em roubar. E esse trabalho de limpeza moral nos serviços públicos foi feito. São 32 meses sem corrupção. Acho que isso é um recorde, mas vamos quebrar esse recorde até 2026. 

O deputado Coronel Tadeu também enfatizou o trabalho do governo Bolsonaro no que diz respeito às obras de infraestrutura, comparando com os governos anteriores. O deputado disse: “Tento fazer uma comparação entre Bolsonaro e Lula principalmente no que se refere às obras. Não encontro nada nos governos do PT de 2002 a 2016. Encontro só uma lamentável relação de obras feitas fora do Brasil. Porto de Mariel em Cuba: 600 milhões de dólares, quase 3 bilhões de reais. Hidrelétrica no Equador: 800 milhões de reais. Hidrelétrica no Peru: quase 1 bilhão e meio de reais. Metrô no Panamá, metrô em Caracas, na Venezuela. Isso que o PT fez. Levou o nosso dinheiro embora daqui, criou empregos em lugares que não têm o menor sentido. Assaltou o país”.

O deputado elogiou o ministro da Infraestrutura e fez um apelo para que ele concorra ao governo do estado de São Paulo. Coronel Tadeu pediu: “Ministro Tarcísio, atenda ao apelo do povo paulista, que nós não aguentamos mais os últimos gestores do nosso estado. Atenda o apelo, ministro Tarcísio, e vamos ajudar o presidente Bolsonaro a levar o país até 2026 com mãos de ferro. Deixe quem quiser ficar na abstinência. Não vamos permitir que se roube nosso País”. 

Apesar do trabalho constante, o governo federal enfrenta uma campanha de desinformação, que não mostra suas realizações, comandada por grupos que querem retomar o poder. Esses mesmos grupos também agem em outras frentes, tentando calar todos aqueles que apoiem o presidente ou que apenas se atrevam a pensar de forma independente e expressar suas ideias. Essas pessoas recebem um “rótulo” e, uma vez rotuladas, são perseguidas de diversas formas. 

O Brasil tem hoje presos políticos e pessoas e veículos de imprensa censurados. Para esses cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadores, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelo presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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