domingo, 17 de outubro de 2021

Coronel Tadeu expõe motivos da capa da IstoÉ e responde: ‘a melhor resposta a ser dada é o desprezo’


O deputado Coronel Tadeu, em vídeo divulgado pelas redes sociais, falou sobre a capa da revista IstoÉ, que retratou o presidente Jair Bolsonaro como ditador. Lembrando a importância de uma imprensa livre e sem censura, o deputado apontou: “A capa da IstoÉ de 16Out21, não deixa dúvidas de que alguns veículos se afastaram da missão principal do jornalismo.  Ao adjetivar de forma criminosa o presidente da república a revista distorce fatos e, muito mais, distorce a verdade. A verdade não tem lado, ela é simplesmente a verdade. Usar o jornalismo como ferramenta ideológica é inaceitável e injusto com a sociedade”.

Mostrando a revista, o deputado acrescentou: “a imprensa de qualidade, o equilíbrio e a imparcialidade se perderam, surgindo aquela imprensa que reproduz posições políticas, ideológicas e partidárias, sacramentando o conceito de parcialidade e paralelismo político”.

Coronel Tadeu explicou: “não se faz jornalismo sem ter dinheiro. Irrigada que foi, durante os desastrosos anos do PT, falta-lhe agora o abissal aporte de recursos da máquina pública. Como o meu e o seu dinheiro não cai mais abundantemente na conta bancária da revista, resta-lhe apenas atacar. A melhor resposta a ser dada é o desprezo”.

A Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de imprensa. Não apenas a Constituição, mas também diversos tratados internacionais assinados pelo Brasil. No entanto, para setores do Judiciário brasileiro, essas garantias não se aplicam a cidadãos de quem os magistrados discordam. Para esse grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. Para essas pessoas, as garantias não se aplicam. 

A título de exemplo dos tratados internacionais sobre liberdade de expressão e de imprensa, ouça a Declaração de Chapultepec, assinada pelo Brasil em 1994. 

"Uma imprensa livre é condição fundamental para que as sociedades resolvam seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam sua liberdade. Não deve existir nenhuma lei ou ato de poder que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa, seja qual for o meio de comunicação. Porque temos consciência dessa realidade e a sentimos com profunda convicção, firmemente comprometidos com a liberdade, subscrevemos esta declaração com os seguintes princípios:

I – Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa. O exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo.

II – Toda pessoa tem o direito de buscar e receber informação, expressar opiniões e divulgá-las livremente. Ninguém pode restringir ou negar esses direitos.

III – As autoridades devem estar legalmente obrigadas a pôr à disposição dos cidadãos, de forma oportuna e eqüitativa, a informação gerada pelo setor público. Nenhum jornalista poderá ser compelido a revelar suas fontes de informação.

IV – O assass***, o terr***, o seqüestro, as pressões, a intimidação, a prisão injusta dos jornalistas, a destruição material dos meios de comunicação, qualquer tipo de violência e impunidade dos agressores, afetam seriamente a liberdade de expressão e de imprensa. Esses atos devem ser investigados com presteza e punidos severamente.

V – A censura prévia, as restrições à circulação dos meios ou à divulgação de suas mensagens, a imposição arbitrária de informação, a criação de obstáculos ao livre fluxo informativo e as limitações ao livre exercício e movimentação dos jornalistas se opõem diretamente à liberdade de imprensa.

VI – Os meios de comunicação e os jornalistas não devem ser objeto de discriminações ou favores em função do que escrevam ou digam.

VII – As políticas tarifárias e cambiais, as licenças de importação de papel ou equipamento jornalístico, a concessão de freqüências de rádio e televisão e a veiculação ou supressão da publicidade estatal não devem ser utilizadas para premiar ou castigar os meios de comunicação ou os jornalistas.

VIII – A incorporação de jornalistas a associações profissionais ou sindicais e a filiação de meios de comunicação a câmaras empresariais devem ser estritamente voluntárias.

IX – A credibilidade da imprensa está ligada ao compromisso com a verdade, à busca de precisão, imparcialidade e eqüidade e à clara diferenciação entre as mensagens jornalísticas e as comerciais. A conquista desses fins e a observância desses valores éticos e profissionais não devem ser impostos. São responsabilidades exclusivas dos jornalistas e dos meios de comunicação. Em uma sociedade livre, a opinião pública premia ou castiga.

X – Nenhum meio de comunicação ou jornalista deve ser sancionado por difundir a verdade, criticar ou fazer denúncias contra o poder público.”

Há quase 10 anos, a Folha Política atua noticiando fatos, discursos, argumentos e denúncias que são obliteradas pela velha imprensa. Nosso veículo de imprensa dá voz às vozes conservadoras, ao anticomunismo, à defesa dos direitos fundamentais e da liberdade de expressão e de imprensa, além de trazer ao público os vídeos dos pronunciamentos de autoridades para que o público possa formar sua própria opinião sobre o que foi dito e não precise depender de relatos de terceiros. 

Quem controla a informação controla, em última instância, a realidade. Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A renda da Folha Política e de vários outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, ministro do STF e presidente do TSE. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. 

A decisão se soma a outras medidas já tomadas contra o canal, como a apreensão de todos os equipamentos promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crime. 

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Veja o vídeo do deputado federal Coronel Tadeu sobre a capa da revista IstoÉ. 


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