domingo, 10 de outubro de 2021

Coronel Telhada e Janaína Paschoal rejeitam replicar ‘CPI do Circo’: ‘aquilo é uma vergonha!’


Da tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, os deputados Coronel Telhada e Janaína Paschoal explicaram por que rejeitam a instalação de uma CPI nos moldes da CPI do covid no Senado, lamentando o uso político do instrumento e apontando o ridículo a que o Senado foi exposto pela ação do comando daquela CPI. 

O deputado Coronel Telhada apontou: “Nós não podemos entrar na linha da vergonha que o Senado está passando com aquela ridícula CPI, onde aqueles três indivíduos estão colocando o Senado em uma posição ridícula perante a nossa nação”.

A deputada Janaína Paschoal apontou a gravidade de se aplaudir o errado só porque desgasta a imagem do presidente. Janaína Paschoal disse: “como a CPI está contra o presidente, e a pessoa não gosta do presidente, aplaude a CPI. Mas quando a gente aplaude uma coisa errada, dá força pro errado. E essa CPI todo dia joga seus tentáculos em cima de algum inocente. A vítima do momento é o presidente do CFM. Vejam a gravidade disso! Ninguém está dizendo que esse homem desviou dinheiro, recebeu dinheiro para qualquer coisa, que ele teria fraudado… nada disso. O “crime” é dar autonomia para os médicos cuidarem dos seus pacientes, em meio a uma pandemia que assolou o mundo!”.

A deputada apontou erros grosseiros cometidos pelos senadores e criticou: “É uma ignorância sem precedentes. E as pessoas estão aplaudindo o absurdo só porque não gostam do Bolsonaro!”. Janaína Paschoal enfatizou a perseguição a inocentes por motivos eleitoreiros. 

A perseguição a apoiadores do presidente e a qualquer pessoa que expresse suas opiniões foi uma marca da CPI do Senado e é também uma marca dos inquéritos conduzidos nas cortes superiores, com quem a CPI promove um intenso intercâmbio de informações sigilosas. Com base em “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa, pessoas são estigmatizadas e associadas a supostos “grupos”, tornando-se então alvo de perseguição, que inclui devassas, quebras de sigilo, prisões, censura e confisco. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadores, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelo presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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