sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Dono da Havan, Luciano Hang comenta julgamento do TSE e questiona: ‘quantas fake news montadas por grandes veículos de comunicação?’


O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, fez uma live para comentar o julgamento do processo que visava cassar a chapa Bolsonaro-Mourão no TSE, com base em matéria da Folha de São Paulo. O empresário lembrou que, às vésperas do segundo turno, a velha imprensa repercutiu matéria do jornal, assinada pela jornalista Patrícia Campos Mello, que o acusava de ser um financiador de supostos “disparos de whatsapp”. 

No julgamento do TSE, reconheceu-se que, após três anos de investigação, mesmo juntando os inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, não foi possível provar as alegações da jornalista. Os ministros reconheceram que não foi possível juntar um único print dos alegados disparos. O empresário disse: “Essas fake news… não existe prova do que nunca foi feito. Quantas fake news montam contra mim ou contra outras pessoas ligadas ao presidente, ou pessoas que querem a mudança? Quantas fake news montadas por grandes veículos de comunicação? Aí eu pergunto: o que vai acontecer com a Folha de São Paulo e com a Patrícia Campos Mello? Nada. Talvez, se fosse do outro lado, grandes consequências”. 

Hang afirmou: “precisamos ter coragem de falar a verdade. Não existe crime de pensamento, crime de opinião. Nós precisamos falar aquilo que os brasileiros querem. Nós precisamos, para mudar o nosso país, falar o que está certo, e o que está errado”. O empresário acrescentou: “Não existe a verdade absoluta, não existe aquela verdade que os grandes veículos de comunicação conseguiram, durante 30, 40 anos, colocar na cabeça das pessoas. Nós víamos um único jornal, uma única TV, com um editorial que fazia uma verdadeira lavagem cerebral na população. Hoje, com outras plataformas, o povo consegue saber, através do discernimento, através da lógica, o que é certo e o que é errado. Simples assim”. 

Respondendo a uma pergunta sobre a censura de suas redes sociais, o empresário afirmou que espera que a censura seja revertida. Hang disse: “se eles não fabricarem provas, não vai ter prova para mostrar em nenhum processo contra mim. Nada melhor do que a verdade estar ao nosso lado. A verdade sempre vai prevalecer”. 

Luciano Hang também respondeu a uma pergunta sobre a “agência de checagem” da Folha de São Paulo, e afirmou: “é uma vergonha, né? O que sustenta um veículo de comunicação é a credibilidade. Se um veículo de informação não tem credibilidade, de nada vale ele estar vivo. O que eu noto hoje é: militantes políticos de posse de veículos de comunicação, que tentam o tempo todo destruir reputações de adversários de ideias e políticos. Eu falo sempre que nós precisamos cada vez mais de pessoas que tenham argumentos. Que vejam o fato e passem isso adiante”. 

Devido à “matéria” da Folha de São Paulo, o empresário foi investigado em um dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, tendo tido seus sigilos quebrados e até mesmo sofrido busca e apreensão, com base unicamente em uma reportagem que jamais apresentou qualquer comprovação de suas alegações. O empresário processou a repórter e o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de direito, reconheceu-se que a reportagem não atendeu ao menor dever de cuidado em averiguar os fatos. 

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, recentemente o corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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