sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Dono da Havan, Luciano Hang pressiona Alexandre de Moraes, do STF, após MPE mostrar falsidade de matéria do UOL/FSP


O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, comemorou, em vídeo divulgado  pelas redes sociais, a manifestação do Ministério Público Eleitoral, que afirmou que não há motivos para a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, que venceu a eleição de 2018. A cassação da chapa foi pedida por partidos de extrema-esquerda com base em matéria produzida pela jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo. Mesmo sem qualquer indicação de que os fatos fossem verdadeiros, a matéria foi estrepitosamente repercutida pela velha imprensa, e foi considerada suficiente para a abertura de diversas ações no Tribunal Superior Eleitoral. 

Segundo a matéria da jornalista, divulgada poucos dias antes do segundo turno, diversos empresários, entre eles Luciano Hang, teriam gasto milhões em supostos “disparos de whatsapp” e assim teriam decidido as eleições. Instada a apresentar alguma evidência de suas declarações, a jornalista apresentou uma proposta de divulgação de mensagens por whatsapp, endereçada ao candidato Geraldo Alckmin. Mesmo assim, não foi Alckmin que foi investigado, e sim a chapa do presidente eleito, Jair Bolsonaro. 

O empresário Luciano Hang divulgou a manifestação do Ministério Público Eleitoral e disse: “Mais uma tentativa de prejudicar minha imagem sendo desmascarada. Em 2018 a Folha de São Paulo  e outros veículos de comunicação fizeram matérias dizendo que eu e outros empresários tínhamos produzido Fake News e disparado em massa no WhatsApp. 4 anos depois, o MPE vem desmentir as acusações”.

No vídeo, Hang diz: “quiseram, primeiro, acabar com as eleições; e segundo, derrubar a chapa do presidente Bolsonaro. Quero dizer um negócio para todos vocês, brasileiros: em qualquer lugar do mundo, você é inocente até que se prove o contrário. No Brasil, você é culpado até que prove a sua inocência”. O empresário acrescentou: “nada existe contra mim, mas ainda não me devolveram a minha rede social do Facebook”. Hang concluiu: “com tranquilidade, com sinceridade, com transparência, vamos seguindo, destruindo as narrativas. Querem voltar ao poder com sacanagem. Mas não vão voltar, não. O povo está vendo tudo e aplaudindo as nossas vitórias”.

Devido à matéria da Folha de São Paulo e à sua reprodução pela velha imprensa, o empresário foi investigado por anos, sofreu busca e apreensão e censura. Recentemente, foi convocado pela CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, para prestar explicações sobre outras narrativas da velha imprensa.

O investidor Leandro Ruschel comentou o caso e questionou: 

“Teremos as agências de left-checking apontando a fake news da Folha, após o próprio Ministério Público Eleitoral afirmar que não há provas do que alegava a matéria, sobre disparos em massa pelo Whats nas eleições de 2018 para favorecer a chapa Bolsonaro/Mourão?

A militante de redação, declaradamente petista, produziu uma fake news com óbvio impacto no processo eleitoral, ao afirmar que empresários bancavam disparos em massa favorecendo a chapa Bolsonaro/Mourão. Agora, o próprio MP afirma que não há evidências disso.

O empresário, acusado pela militante, já ganhou em primeira instância uma reparação de R$ 100 mil pela fake news produzida. Agora, fica a questão: a justiça eleitoral punirá a tentativa de manipulação das eleições, com a utilização de um dos maiores jornais do país?

Lembrando, há pouco, o mesmo TSE DESMONETIZOU mais de uma dezena de canais conservadores, sob a desculpa de interferência no processo eleitoral, por questionar a segurança das urnas. Logo, podemos perceber que há um duplo padrão: há uma regra para esquerda, e outra para direita.

Deixando claro: não creio que o TSE deva punir a Folha, a militante petista, ou quem quer que seja por "crime" de opinião, ainda mais com CENSURA. Quem for atingido, que busque reparação na Justiça, como fez Luciano Hang. Num regime livre, é assim que abusos devem ser resolvidos”.

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, recentemente o corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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