quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Multidão grita ‘Globo lixo’ e ministro de Bolsonaro escancara ‘boicote’ da mídia


O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, discursou durante a inauguração de obras do Canal do Agreste, em Pernambuco. Logo no início, quando o ministro dizia que há um boicote contra os atos do governo federal, o público respondeu aos gritos de “Globo Lixo”. 

O ministro mencionou notícias da velha imprensa que tentavam minimizar as obras e apontou: “esse presidente tem sido desqualificado com as seguintes manchetes: ‘o presidente está inaugurando um ramal sem funcionalidade’. Tudo menos a verdade. É impressionante o esforço que é feito para denegrir um governo que é sério, trabalhador e comprometido com o povo brasileiro. Existe um amontoado de mentiras. Pessoas que publicam notícias sem se preocupar em verificar a veracidade dessas notícias”. 

O ministro Rogério Marinho sugeriu: “Vamos mandar essas pessoas que publicaram essas matérias para tomar um banho aqui no canal, para saber que é de verdade”. O ministro apontou que o governo do estado, mesmo tendo uma parte diminuta a fazer nos projetos, não fez. O ministro acrescentou: “Nós temos responsabilidade com a população brasileira. E estamos aqui para prestar contas, contas de um trabalho que, por muitos anos, foi deixado de lado. (...) este é um presidente que está investindo em infraestrutura hídrica para emancipar, para libertar os nordestinos do jugo dos coronéis de ocasião”. .

Marinho prosseguiu: “Em governos pretéritos, governantes se serviram do povo brasileiro. Nós, não. Nós servimos ao povo brasileiro”. O ministro lembrou que a obra começou a ser planejada na época de D. Pedro II e perguntou: “quantos governos passaram no comando do nosso país? Quantos fizeram promessas vãs? quantos fizeram propagandas enganosas? Precisou passar 150 anos e aparecer o doido do Jair Bolsonaro para resolver o problema”. 

O ministro disse: “As mudanças, todas elas, incomodam aqueles que estão encastelados na estrutura de poder”. E acrescentou que o povo tem “uma escolha muito clara: ou o Brasil continua no rumo correto, ou vamos retroceder. E, retroceder, jamais”.

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto vem sendo restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que é presidente do TSE. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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