sábado, 30 de outubro de 2021

Paulo Guedes rebate distorções e concede entrevista após encontro de Bolsonaro com líderes mundiais


Após o início de reuniões do presidente Jair Bolsonaro com chefes de Estado na cúpula do G20, Paulo Guedes, ministro da Economia, concedeu uma entrevista hachurando as principais temáticas em debate e salientando o destaque do Brasil no que concerne à recuperação econômica e à preservação do Meio Ambiente.

O ministro encetou: “O Brasil está se recuperando a 5,4%. Está se recuperando a uma velocidade maior que os países avançados. Eles estão preocupados com a crise de energia, com a desorganização das cadeias produtivas e com o choque da pandemia. Isso empurrou a inflação para cima no mundo inteiro”.

Ademais, Guedes analisou a recuperação apresentada pelo país: “O Brasil tem uma ruptura menor do que os países avançados porque o Brasil, o que era uma maldição acabou virando uma dádiva durante a pandemia: as economias mais avançadas estavam com suas cadeias produtivas muito integradas. Como o Brasil ficou fora dessa integração durante 30 anos, o que era um defeito acabou sendo uma virtude. Não desorganizou tanto a nossa cadeia produtiva”.

No ensejo, Guedes rebateu ataques realizados ao Brasil no âmbito da preservação do Meio Ambiente: “O Brasil é um dos menores poluidores. O Brasil emite 1,7% do fluxo anual de poluição. A China emite 30%, os norte-americanos emitem 15%. A Europa, 14%. O Brasil não deveria ser tão criticado, pois é responsável por um nível de poluição bem menor que os países avançados. Sob o ponto de vista de preservação dos recursos naturais, o Brasil tem 66% da natureza da mesma forma que quando o país foi descoberto. A agricultura usa 10%, temos leis severas e avançadas. Mesmo quem vive da agricultura preserva bastante os recursos naturais (...). Se o Brasil preservou a natureza, ele tem de receber por isso”.

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O confisco de renda atinge todos os vídeos produzidos pelo canal, independente do conteúdo. Essa decisão recebeu o apoio e aplauso do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE, e se soma a outras medidas já tomadas contra o canal, como a apreensão de todos os equipamentos promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crime. 

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