segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Senador Marcos Rogério expõe conduta do governo de filho de Renan Calheiros, escancara hipocrisia e expõe perseguição a Bolsonaro


Em coletiva de imprensa a respeito da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”, o senador Marcos Rogério aventou atos de incoerência e hipocrisia de Renan Calheiros ao mencionar a conduta do estado de Alagoas, cujo governador é Renan Filho, filho de Renan Calheiros. Outrossim, Marcos Rogério apontou a trajetória de perseguição política que é empreendida pelo “G7” contra o presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. 

O senador também lamentou o novo adiamento do fim da CPI, após o comando da comissão entrar em conflito devido à divulgação do relatório à velha imprensa antes mesmo de apresentar aos membros da própria comissão. Marcos Rogério disse: “A CPI, mais uma vez, anuncia a conclusão dos trabalhos e adia. Não dá mais para confiar no que eles anunciam. Já fizeram isso mais de uma vez (...). 

Além de apontar a incoerência de Renan Calheiros, evidenciando condutas do Governo de Alagoas que são condenadas quando se trata de Bolsonaro, o parlamentar acusou abusos e ilegalidades de Renan Calheiros: “Se essa moda pega, de indiciar quem não é investigado, vai mudar o padrão das polícias Brasil afora. Um delegado que preside um inquérito vai indiciar quem ele não investigou, prova que ele não coletou e pessoa que ele não é competente para investigar. Lá, na conclusão do inquérito, ele vai indiciar a pessoa. Pode isso? É o que o relator, Renan Calheiros, está fazendo aqui”.

Marcos Rogério explicou que, além de não cumprir o devido processo legal, o relator da CPI também extrapolou as atribuições das comissões parlamentares de inquérito. O senador disse: “Isso ofende a regra do jogo. Ele forçou a barra em um jogo político de pré-julgamento ao presidente da República. Quis, a todo tempo, apontar para o presidente da República e esqueceu de fazer o dever de casa (...). A CPI não é tribunal do Conselho Federal de Medicina para arbitrar quem está certo ou errado. É preciso ter respeito pela vida humana, pelo ato médico, à independência do exercício pleno da medicina. Tudo isso está sendo jogado abaixo no relatório apresentado”.

O senador apontou: “O relator colocou no relatório o que não investigou e deixou de colocar no relatório aquilo que chegou à CPI: provas, evidências de crimes, corrupção ativa, corrupção passiva, organização criminosa, fraude à licitação. Há indiciamento de governadores envolvidos em falcatruas? Não há. E do quadrilhão do Consórcio Nordeste? Não. Tem até delação, apontando pagamento de vantagens. O alvo é um só: o presidente Jair Bolsonaro. Não importam as provas, as evidências. A CPI perde uma grande oportunidade de oferecer ao Brasil uma investigação séria (...). Precisa ter frieza para separar o jogo das emoções, das vaidades, não usar a CPI para fazer um palco em cima de caixões”.

O senador Marcos Rogério resumiu: “Uma CPI que projetou seu trabalho em proteger governantes e pessoas que se envolveram com falcatruas não tem credibilidade, não tem o que oferecer à sociedade”.

A CPI da pandemia deixou de investigar denúncias de corrupção mas foi pródiga em humilhar e promover perseguições a pessoas e empresas, com quebras de sigilo sem fundamentação legal, seguidas de “vazamentos” à velha imprensa para promover um extenso ass*** de reputações. Os mesmos procedimentos são observados em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, com os quais a CPI manteve intenso intercâmbio de informações sigilosas. 

Em CPIs e nesses inquéritos promove-se uma verdadeira “caçada” a pessoas e empresas conservadoras ou que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro. Não há respeito à Constituição nem ao devido processo legal. A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando do ministro Alexandre de Moraes, do STF, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luis Felipe Salomão, do TSE. Se você apoia a Folha Política e pode nos ajudar a impedir o fechamento do jornal, doe qualquer valor pelo pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso prefira depósito ou transferência, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição do vídeo e no comentário fixado no topo. 


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