sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Senador Marcos Rogério expõe farsa de Renan Calheiros após Bolsonaro ser indiciado em relatório da CPI


Em vídeo divulgado pelas redes sociais, o senador Marcos Rogério comentou o teor do relatório da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”. Embora a apresentação do relatório esteja marcada para a semana que vem, a velha imprensa já recebeu e divulgou seu conteúdo, mantendo a intensa parceria que teve com o relator, Renan Calheiros, e o “G7”. 

O senador Marcos Rogério apontou: “Alguém tinha alguma dúvida de que o objetivo número 1 de Renan Calheiros era perseguir o governo Bolsonaro, seus filhos e aliados? Desde o início, esse sempre foi o foco da CPI da Covid, que concentrou os trabalhos em pré-julgamentos, e não em fatos. Não há surpresa, apenas uma triste constatação! 

A CPI poderia fazer um trabalho ímpar no combate à corrupção, investigando os bilhões enviados aos estados e municípios para o enfrentamento à pandemia da Covid-19. Mas em vez disso, optou por se omitir. Foi uma decisão política do comando da CPI, que escolheu proteger os governos estaduais e municipais, enquanto direcionava todo o seu esforço em perseguir o governo do presidente Jair Bolsonaro. Um episódio lamentável que ficará marcado na história do Brasil!” 

O senador lembrou ainda que, desde o início, o relator, Renan Calheiros, deixou claro que tinha seu relatório elaborado antes mesmo das investigações. Marcos Rogério disse: “O mal que a CPI podia causar ao governo já causou. O relator o tempo todo conduziu os trabalhos dele acusando o presidente Jair Bolsonaro, acusando o Governo Federal. O relatório dele não vai ter nenhuma surpresa. Ele já disse tudo desde o primeiro dia, ele pré-julgou e nunca reconheceu o que o presidente da República está fazendo”. 

O senador acrescentou: “O relatório não vai ter nenhuma novidade. Ele protege os governadores e prefeitos que são acusados de crimes gravíssimos de corrupção ativa, passiva, organização criminosa, fraude a licitações. Ele protege estados e municípios e acusa o Governo Federal. A sociedade já entendeu esse jogo. É muito triste que isso tenha acontecido”.

O senador Marcos Rogério lembrou que a CPI não cumpriu os objetivos, que incluíam a investigação do destino dos recursos federais enviados a estados e municípios. Ele disse: “A CPI pode investigar o Governo Bolsonaro e o que foi feito em estados e municípios com recursos federais. A CPI poderia, mas não quis investigar. O requerimento dessa CPI previa a investigação das ações onde houve repasse de recurso federal. A decisão de não investigar foi política, do comando da CPI. Eles escolheram, de certa maneira, blindar, proteger”.

O senador lamentou: “Por isso, a CPI acaba tendo uma credibilidade menor. A sociedade olha para a CPI e vê ela protegendo acusados de corrupção e acusando apenas o Governo Federal, onde não há acusação de corrupção. Não tivemos nem uma operação em razão de qualquer suspeita. Nos estados e municípios, aconteceram”.

Enquanto se recusou a investigar indícios de corrupção com os recursos enviados pelo governo federal para os estados e municípios, a CPI não poupou esforços em humilhar pessoas e empresas que manifestaram apoio ao presidente Jair Bolsonaro, além de quebrar sigilos sem qualquer fundamentação, vazar dados sigilosos para a imprensa e ameaçar pessoas de prisão. 

O procedimento é o mesmo observado em inquéritos conduzidos em cortes superiores: matérias da velha imprensa atribuem um “rótulo” ou “marca” a um grupo de pessoas, e isso é tido como suficiente para quebras de sigilos, interrogatórios, buscas e apreensões, prisões e confiscos. Após promover uma devassa nas pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”, os dados são vazados para a velha imprensa, que então promove um assassi* de reputações que dá causa a novas medidas abusivas. Conforme vários senadores já notaram, os procedimentos são, comumente, dirigidos aos veículos de imprensa independentes, em evidente tentativa de eliminar a concorrência, controlar a informação e manipular a população brasileira. 

Em um inquérito administrativo no Tribunal Superior Eleitoral, seguindo esse tipo de procedimento, o ministro Luís Felipe Salomão ordenou o confisco da renda de diversas pessoas, sites e canais conservadores, inclusive a Folha Política. A decisão recebeu elogios do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. 

A decisão não discrimina os conteúdos e atinge a totalidade da renda dos sites, com o objetivo de levar ao fechamento das empresas por impossibilidade de gerar renda. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a impedir o fechamento do jornal, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o QR Code que está visível na tela ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há quase 10 anos, a Folha Política vem mostrando os fatos da política brasileira e dando voz a pessoas que o cartel midiático quer calar. Pix: ajude@folhapolitica.org


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