sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Senador Marcos Rogério retruca blindagem praticada pela CPI e expõe vídeo de comissão no RN: ‘estarrecedores’


O senador Marcos Rogério divulgou um vídeo em que comenta e mostra trechos de sessão da CPI da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, que investiga denúncias de fraudes envolvendo o Consórcio Nordeste. Marcos Rogério disse: “SEXTOU, mas seguimos com muito trabalho por aqui! Na CPI da Pandemia estamos na reta final, e, infelizmente, caminhando para um encerramento sem investigar o uso dos recursos federais por estados e municípios. No Rio Grande do Norte, a CPI da Assembleia está caminhando bem, com algumas apurações sobre o consórcio Nordeste. O senador Eduardo Girão foi conferir de perto o trabalho do presidente, o deputado Kelps Lima. E os relatos são estarrecedores”.

Na CPI da pandemia do Senado, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça” e “Tribunal de Renan Calheiros”, houve inúmeras tentativas de investigar o Consórcio Nordeste, mas todas foram impedidas pelo comando da CPI, que preferiu o caminho de tentar desgastar o presidente Jair Bolsonaro, convocando cidadãos que o apoiam e humilhando-os. 

Marcos Rogério ironizou: “eles estão fazendo o que a CPI aqui do Senado não faz, que é investigar o que aconteceu com os milhões de reais desviados pelo Consórcio Nordeste. Você já sabe a história: compraram os respiradores, pagaram adiantado, o dinheiro, o gato comeu, os respiradores, nunca apareceu. Os respiradores nunca apareceram em lugar nenhum, mas o dinheiro foi embora”.

Enquanto o Consórcio Nordeste foi blindado ao longo de toda a CPI do Senado, outras pessoas foram acusadas mesmo sem qualquer evidência de crime. Diversas pessoas foram convocadas à CPI para serem humilhadas, além de terem seus sigilos quebrados. Os dados das quebras de sigilos foram vazados à velha imprensa, que promoveu o assass**** de reputações das pessoas, por terem expressado suas opiniões e manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. 

O procedimento, de partir de “notícias” da velha imprensa para promover devassas e posteriormente vazar os dados de volta à velha imprensa também ocorre em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, com os quais a CPI manteve intenso intercâmbio de informações sigilosas. 

Em um desses inquéritos, a Folha Política teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos, além de ter os sigilos quebrados. O inquérito foi arquivado por falta de indícios de crimes, mas todos os dados foram compartilhados com outros inquéritos e com a CPI. Mais recentemente, o jornal foi alvo do TSE, e atualmente, tem toda a renda confiscada devido a uma “canetada” do ministro Luís Felipe Salomão, que teve o aplauso do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que é presidente daquela corte. 

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