quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Senadores, deputados de Bolsonaro e ex-ministro reagem após ataque do MST a prédio de produtores rurais


O senador Luís Carlos Heinze divulgou, pelas redes sociais, vídeo que mostra como ficou o prédio da Aprosoja, da Abramilho e da Abrass, entidades representativas do agronegócio. O prédio foi invadido e depredado por militantes de extrema-esquerda. O senador Heinze disse: 

Nesta manhã todo o setor rural brasileiro, segmento responsável por mais de 30% do PIB brasileiro, foi covardemente atacado por vândalos que se intitulam representantes de movimentos sociais. 

No país onde a liberdade de expressão é punida com prisão, marginais estão livres para destruírem o patrimônio público e privado.

O escritório que abriga a sede das associações brasileiras dos produtores de Soja - Aprosoja - de Milho - Abramilho - e de Sementes de Soja - Abrass - em Brasília, foi invadido e depredado. Isso não é civismo, não é manifestar contrariedade.

Trata-se de VANDALISMO com todas as letras. Todos temos o direito de mostrar indignação, mas com respeito ao espaço dos outros. Sem dúvida, uma ação vergonhosa que remonta a um passado vermelho que muito nos entristece.

Atitudes como essa fogem a razoabilidade e devem ser combatidas. Minha solidariedade às entidades atingidas e, em nome delas, a todos os produtores de alimentos do Brasil.

O ex-ministro Ricardo Salles também se manifestou: “Bando vagabundos do MST e de outras entidades ter*** invadiram e depredaram agora cedo a sede da APROSOJA em Brasília! Vai vendo Brasil”

O senador Flávio Bolsonaro afirmou: 

“Ataque do MST à sede da Associação dos Produtores de Soja, em Brasília, para protestar contra o governo Bolsonaro.

Atacaram o Agro, justamente o setor que tem sustentado a economia brasileira atualmente e garantido a comida na mesa de energúmenos como esses do MST, mas acusam Bolsonaro de “promover a fome”. Surreal a instantânea contradição.

Se quebrar o sigilo bancário dos vândalos vão chegar a quem os pagou pra cometerem o crime. Uma suspeita: pessoas ligadas ao PT!”

A deputada federal Aline Sleutjes lamentou: “Amanheci com a triste notícia desse ataque bárbaro contra a Aprosoja em Brasília. Enquanto o Agro trabalha, a esquerda atrapalha, com suas bandeiras vermelhas, destruindo, pichando e prejudicando setores. Os "irresponsáveis"   por este vandalismo devem ser punidos com todo rigor da Lei”.

O investidor Leandro Ruschel questionou: “Enquanto conservadores são perseguidos por crime de "opinião", terro* do MST seguem cometendo crimes de verdade, impunemente. Sede da Aprosoja em Brasília foi invadida e vandalizada, hoje pela manhã. Aí estão aqueles que REALMENTE ameaçam a democracia. Serão punidos?”

O deputado federal Paulo Martins ironizou: “Vagabundos vandalizam a sede da Aprosoja e picham frases contra o agronegócio e o presidente Bolsonaro.   Isso não é um ataque à democracia, é liberdade de expressão, dirão”.

O deputado Carlos Jordy apontou: “O MST vandalizou a sede da APROSOJA em repúdio ao agronegócio e em protesto à fome. A esquerda apoia esses movimentos e seus atos terr*** e, durante os governos petistas, MST, MTST e outros movimentos terr*** eram financiados e tinham voz no Governo Federal”.

A deputada Bia Kicis publicou vídeo do interior do prédio e disse: “MST ataca novamente. Desta vez a invasão e pichações foram na sede da Aprosoja e do Canal Rural.”

O jornalista Rodrigo Constantino disse: “Agronegócio, evangélicos, armamentistas, a bancada BBB enfim: eis a nova força que se dá conta de que a esquerda é um vírus maligno. Com o crescimento desses setores vamos finalmente endireitar o Brasil…”

O publicitário Luis Galleazzo afirmou: “O Agro carrega o Brasil nas costas e alimenta pelo menos 1/3 do mundo. O MST, que passou os anos PT tomando fazendas com violência, invadiu a sede da APROSOJA hoje. Nunca foi tão clara a luta entre o Brasil que produz e o Brasil dos vagabundos”.

O médico José Picanço apontou: “Sede da APROSOJA em Brasília. É essa corja que luta para que a quadrilha volte ao poder. Ainda bem que é uma minoria que hoje sofre da síndrome de abstinência do dinheiro público. O gov do presidente Jair Bolsonaro estancou a sangria de dinheiro que sustentava esses terr*****”.

O internauta Yuri Aragão perguntou: “Bando de vândalos do MST e de outras entidades ter***, invadem e depredam sede da APROSOJA em Brasília. Será que vai ter inquérito de ato antidemocrático?”. 

Um ponto apontado pelos parlamentares e também por inúmeros internautas é a diferença do tratamento concedido a esses “movimentos sociais” e aquele concedido a cidadãos e empresas produtivos que se atrevam a manifestar suas opiniões ou defender o presidente Jair Bolsonaro. Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

O jornalista Wellington Macedo, por exemplo, está preso, foi censurado e teve bens apreendidos, tudo a mando de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O deputado federal Daniel Silveira segue preso, assim como o presidente do Partido Trabalhista Brasileiro, Roberto Jefferson, acusados com base em uma lei que já foi revogada. 

A Folha Política, que também teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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