quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Senadores Jorginho Mello e Marcos Rogério ‘desmontam’ Renan e CPI em coletiva: ‘Palanque de horrores’


Em coletiva de imprensa, os senadores Jorginho Mello e Marcos Rogério proferiram severas críticas contra Renan Calheiros, relator da CPI da pandemia, também conhecida como “CPI do Circo”, “CPI da Cortina de Fumaça”, e “Tribunal de Renan Calheiros”. Os parlamentares enfatizaram o caráter ilógico, desprovido de fundamentos fáticos, pautado por subjetividades e o método de perseguição política empregado pela CPI.

Jorginho Mello explanou: “É a mesma narrativa do começo. Construir um relatório para criminalizar o presidente Jair Bolsonaro. O relator, Renan Calheiros, não tem limites. Ele está encarregado de um trabalho que, custe o que custar, tem que enxovalhar. Foram mais de 600 mil brasileiros que perderam a vida. Perdi parentes, primos. Renan sempre usou pessoas como escudo. No último depoimento, escolheram pessoas do PT para chorar, usar a dor das pessoas”.

Nesta toada, o senador Jorginho complementou: “Os mecanismos de controle precisavam de mais desenvoltura para proteger o cidadão brasileiro dessas quadrilhas que chegam para assaltar, tentar vender alguma coisa. Tudo que ocorreu aqui vai entrar para a história. Um rapaz que era barbeiro era presidente de um banco que não tinha capital, que não era banco. Ainda bem que o Governo Bolsonaro não gastou um centavo com esses patifes que tentaram meter a mão (...). Só faltou Renan Calheiros pedir, no final, para ser santificado. O ‘São Renan’. É muito fácil o relator querer fazer média e dizer que vai ter pensão disso e daquilo, não é ele que vai pagar, não precisa se preocupar com responsabilidade fiscal. É um rol de recomendações do homem mais caridoso do mundo, que se chama Renan Calheiros”.

O senador Marcos Rogério, por sua vez, asseverou: “É, no mínimo, irresponsável. O presidente Jair Bolsonaro não é investigado, não pode ser investigado no âmbito de uma CPI, mas foi duramente atacado (...). Não quis investigar acusados de corrupção, casos com fartas provas, e acusam quem não cometeu crime algum. Lamentável que, após seis meses, a CPI chega ao fim sem algo que os brasileiros possam respeitar pela seriedade do trabalho (...). O que vimos hoje foi um jogo combinado. Eles combinam em reuniões secretas e impõem isso aos senadores. Perdemos uma grande oportunidade de esclarecer o que ocorreu no Brasil. Fizeram um palanque de horrores, de maus-tratos. Quantas pessoas foram maltratadas, humilhadas. Luciano Hang, Carlos Wizard, empresários...parece que eles têm ódio de quem trabalha e produz no Brasil. Uma campanha de ódio, desqualificação e humilhação. Em contrapartida, quem tentou dar golpe foi tratado como um príncipe, uma pessoa ilustre, um estadista. O Brasil viu tudo isso ao vivo”.

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