domingo, 7 de novembro de 2021

Advogado de Luciano Hang expõe conluio entre velha imprensa militante e partidos de esquerda e dá a receita de ‘fake AIJE’


Durante o julgamento de duas ações que pediam a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão no Tribunal Superior Eleitoral, o advogado Admar Gonzaga, que fazia a defesa do empresário Luciano Hang, expôs como funciona o conluio entre velha imprensa militante e partidos de extrema-esquerda. 

O advogado explicou que a própria ação era um “fake”, baseada em matéria falsa produzida pela velha imprensa. O advogado explicou que a AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral), assim como outras três, foi proposta para investigar uma suposta compra de pacote de disparos de mensagens em massa contra o PT e seu candidato, com a suposta participação do empresário Luciano Hang. 

Admar Gonzaga explicou: “depois, nós tivemos, então, uma espécie de “kit fake AIJE”. É uma fake AIJE. Uma AIJE que fica muito fácil de ser formulada, e a receita é muito simples: a advocacia combina com um jornalista militante, esse jornalista militante lança uma matéria num veículo de comunicação, e a partir daí, uma matéria sem nenhum conteúdo, de ouvir dizer, e aí surge a fake AIJE, para ficar martelando durante todo o período de mandato, que aquele candidato que não foi acolhido pela urna, pelos eleitores, foi prejudicado pela campanha vencedora”.

O advogado mostrou que a ação, que tramitou por três anos no TSE, foi formulada exclusivamente com base em uma matéria da jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, que, segundo ele, “sequer veiculou sombra de indícios” dos fatos alegados. O advogado mostrou que a matéria, e a ação, “não trouxe um só elemento, como prints de mensagens, ou testemunhas, para sustentar a acusação”.

O advogado lembrou ainda que já havia informado ao tribunal que o empresário Luciano Hang processou a jornalista e o jornal e venceu a causa. Gonzaga explicou que o juiz de Direito disse expressamente que a Folha de São Paulo faltou com a verdade, e que o periódico não se preocupou minimamente em averiguar os fatos. 

Admar Gonzaga explicou também que, mesmo com a inclusão dos inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, não foi possível trazer qualquer elemento que comprovasse as alegações da matéria, ou que provassem qualquer ação de seu cliente ou do presidente. O advogado disse: “o material compartilhado reforça a improcedência das acusações”. 

Com base na matéria mencionada pelo advogado, o empresário Luciano Hang foi perseguido ao longo de três anos, foi incluído em inquéritos, na CPI, sofreu busca e apreensão e teve censuradas suas redes sociais. Além do empresário, diversas outras pessoas e empresas conservadoras são alvo de perseguição. 

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, recentemente o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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