quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Bolsonaro aponta esforços contra imprevistos e capacidade de se ‘preparar para o pior’, avanços contra burocracia e na geração de empregos


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a Solenidade de consolidação do Marco Regulatório Trabalhista Infralegal. O presidente enfatizou a importância de um governo que “saia do cangote de quem quer trabalhar” e apontou avanços de seu governo nessa direção. 

Bolsonaro lembrou que, em uma ocasião, tentou desenvolver um equipamento de salvamento em mergulhos, e acabou desistindo ao encontrar uma série de problemas relacionados à burocracia e aos impostos. O presidente disse: “para produzir no Brasil, era muito difícil. Está menos difícil agora. A gente vai melhorando essas questões”. 

O presidente lembrou a Medida Provisória da Liberdade Econômica, que tornou-se lei, e apontou que os avanços de 2019 ajudaram o país a sofrer menos, economicamente, após a chegada da pandemia, e no enfrentamento das consequências da política do ‘fique em casa’ imposta por governadores e prefeitos. 

Bolsonaro lembrou: “O emprego é criado pela iniciativa privada, mas o empreendedor tem que ter estímulo para isso. Ele tem que ter uma certa certeza de que vai ser vitorioso naquilo que quer fazer”. O presidente lembrou ainda a frase comum que “o salário é pouco para quem recebe e muito para quem paga” e apontou que “esse ‘muito para quem paga’” vem da burocracia. Bolsonaro parabenizou a equipe por conseguir avançar no sentido de desburocratizar e facilitar o trabalho e a geração de empregos. 

Para um grupo de pessoas, os valores da livre iniciativa e da liberdade econômica não estão sendo aplicados, assim como não valem, para esse grupo, os princípios do devido processo legal e da liberdade de expressão, entre outros direitos e garantias fundamentais. Em inquéritos sigilosos nas cortes superiores, pessoas e empresas são alvo de perseguição, afetando inclusive a atividade econômica. 

Jornais e sites conservadores estão fechando as portas devido à perseguição e à censura, sem que haja qualquer reação por parte do Senado, e com o amplo apoio da velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos. 

A Folha Política já foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, recentemente o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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