terça-feira, 16 de novembro de 2021

Bolsonaro concede coletiva no Oriente Médio, aborda reajuste para servidores, PEC e defende liberdade religiosa


O presidente Jair Bolsonaro participou de uma sessão especial do Centro Global Rei Hamad para a Coexistência Pacífica, no Bahrein. Em seu discurso, Bolsonaro agradeceu pelo tratamento que recebeu no reino e lembrou o lançamento, no Brasil, da Declaração do Reino do Bahrein, que defende a liberdade religiosa e o respeito entre as religiões. Bolsonaro lembrou ainda que cumpriu o compromisso assumido durante a visita do rei ao Brasil, abrindo a embaixada brasileira no Bahrein. 

Bolsonaro mencionou que os dois países assinaram um memorando de entendimentos, que estabelece as bases para uma colaboração entre os países, com fundamento nos valores compartilhados pelos povos. Bolsonaro lembrou que o Brasil se orgulha de ser um país acolhedor, com convivência harmoniosa entre várias religiões. Bolsonaro disse: “o fato de possuirmos uma ampla maioria de uma confissão não impede que sejam acolhidas outras fés e tradições”. O presidente acrescentou: “a liberdade religiosa é um valor fundamental e uma responsabilidade dos governos respeitar e proteger as minorias religiosas”. 

Após a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro respondeu brevemente a perguntas de repórteres da velha imprensa, quando falou que existe a possibilidade de um reajuste dos salários de servidores públicos federais, mas que essa possibilidade depende da aprovação da PEC dos precatórios. Bolsonaro explicou ainda que os concursos públicos continuarão reduzidos, abrindo-se apenas as vagas essenciais. Ele explicou aos repórteres, mais uma vez, que a proposta de reforma administrativa não atinge os atuais servidores e que os contribuintes não estão pagando por sua hospedagem no Oriente Médio. 

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto vem sendo restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que é presidente do TSE. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a manter o jornal, doe qualquer valor utilizando o QR Code que está visível na tela, ou use o código Pix ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Com a sua ajuda, a Folha Política poderá se manter firme e continuar o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...