sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Bolsonaro concede coletiva, responde sobre nova variante da África do Sul, riscos ao Brasil e volta a detonar Lula


Ao participar de evento da Brigada de Infantaria do Exército no Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro concedeu uma coletiva de imprensa, quando falou sobre as consequências econômicas das políticas implementadas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia. 

Bolsonaro lembrou: “Eu não tenho o comando (...). A decisão foi dada pelo Supremo Tribunal Federal a governadores e prefeitos. Eu fiz a minha parte no ano passado e continuo fazendo. Recursos, material, pessoal, questões emergenciais como o oxigênio em Manaus (...). Tivemos 68 milhões de pessoas atingidas pelo auxílio-emergencial. Poderíamos ter um caos no Brasil, agitação, uma série de problemas. Acabamos 2020 com mais empregados que em 2019, mas e os informais?”.

O presidente reiterou que as consequências das políticas eram esperadas. Bolsonaro disse: “Falaram o ‘fica em casa e a economia a gente vê depois’. A economia, estamos vendo agora. Desde março, sabíamos da crise dos fertilizantes. Não adianta falar que nossa agricultura é pujante, é de primeiro mundo, mas depende de insumos.  A inflação dos alimentos está alta, vai aumentar mais ainda. Olha a crise de gás na Europa toda. Em especial o Reino Unido. Inflação de mais de 300%. Olha o que nós perdemos quando o governo anterior [de Lula] deixou expropriar uma refinaria na Bolívia”.

O presidente também relembrou o peso dos impostos estaduais no preço final dos combustíveis, assim como as consequências da roubalheira na Petrobras durante os governos petistas. Bolsonaro disse:  “Veja o ICMS, mais que dobrou nos combustíveis (...). Se uma das três refinarias anunciadas lá atrás pelo Lula tivesse sido concluídas, não teria problema. A gente está correndo para aumentar a produtividade. Chegaram para mim documentos de que teremos uma alta considerável no preço das passagens, do transporte”.

O presidente também lembrou a necessidade de união na busca por soluções. Bolsonaro disse: “O Brasil foi um dos países que teve o melhor desempenho na economia durante a pandemia. Se o meu governo não tiver alternativas, todo mundo vai sofrer. Não vai ter exceção. Rico, pobre, não vai ter classe social. Agora, temos certeza de que dá para resolver. Eleições, a gente vê em outubro do ano que vem. Nossa forma de trabalhar é diferente, 3 anos sem corrupção não é por acaso. Veja os ministros. Se aparecer problema um dia, a gente apura, mas a gente faz o possível para dar o melhor de si”.

A renda deste vídeo e de todos os outros da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, ministro do STF e presidente do TSE. O ministro decidiu, de forma monocrática e em um inquérito administrativo, confiscar toda a renda da empresa, a pretexto de impedir a divulgação de discursos que não lhe agradam. Sem a renda, a empresa em breve não poderá mais manter sua estrutura em funcionamento, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores.  Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Há quase 10 anos, a Folha Política vem mostrando a realidade da política brasileira e quebrando barreiras do monopólio da informação. Com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


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