quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Bolsonaro rebate narrativa de ‘calote’ e questiona velha imprensa: ‘tem muita coisa que é desinformada no Brasil’


Durante o lançamento do programa Brasil Fraterno - Comida no Prato, o presidente Jair Bolsonaro rebateu, em seu discurso, a desinformação propagada pela velha imprensa, em especial em relação à PEC dos precatórios. Bolsonaro disse: “Tem muita coisa que é desinformada no Brasil. Ninguém quer dar calote em ninguém. Dívidas acumuladas de mais de 20 anos, de repente o Judiciário falou “ô Bolsonaro, paga esse trem aí””. 

O presidente apontou que, embora a arrecadação esteja indo muito bem, um pagamento tão vultoso, cobrado subitamente, influencia nas contas públicas. Ele comparou com um assalariado que, de um dia para o outro, tivesse que pagar uma conta de 1 milhão de reais. Bolsonaro disse: “não é PEC do Calote, querida imprensa brasileira. Vai ter que fazer uma opção. Se pagar, não vai ter o que comer em casa”. O presidente lembrou que partidos de esquerda votaram contra a proposta que visa atender a milhões de famílias que estão na miséria. 

O presidente lembrou ainda que a situação econômica está ruim em todo o mundo, por causa da política do ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’, implementada por governadores e prefeitos, e apontou que o governo federal vem fazendo sua parte para diminuir as consequências dessa política para a população brasileira. 

O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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