terça-feira, 30 de novembro de 2021

Flávio Bolsonaro parte para o confronto contra Sergio Moro e derruba Lula: ‘O traidor e o ex-presidiário’


Durante o evento de filiação do presidente Jair Bolsonaro, de três ministros e vários parlamentares ao Partido Liberal (PL), o senador Flávio Bolsonaro confrontou, em seu discurso, o ex-ministro Sérgio Moro. Flávio Bolsonaro disse: “a política pode até perdoar traição, mas não perdoa o traidor. Traidor é quem humilha uma mulher, expõe publicamente uma pessoa pensando no poder, porque o convidou para ser padrinho de seu casamento. A decepção vem na proporção inversa à admiração que as pessoas possuíam por ela. Traidor é quem interfere na Polícia Federal. Em um governo conservador, havia uma orientação para dificultar a aquisição de arm* de fogo. O presidente foi eleito com essa bandeira. Direito à vida. Traidor é aquele que tenta colocar no governo pessoas que defendem o abo*. Não respeita o eleitor que escolheu as bandeiras vitoriosas na eleição de 2018”

O senador prosseguiu: “Mais grave, traidor é aquele que não tomou as devidas providências para descobrir quem mandou mat* Bolsonaro. Esse humilhado que está sendo capacitado e erguido por Deus está, hoje, à nossa frente: Jair Bolsonaro. A pessoa que venceu o PT após 4 derrotas consecutivas do PSDB. Segundo as pesquisas, perdia para todos no segundo turno, mas venceu com 7 segundos de TV. Ajudou a fazer uma bancada com 52 deputados federais e 4 senadores. E ainda querem nos fazer crer que um ex-presidiário, preso por roubar o povo brasileiro, está à frente de Bolsonaro nas pesquisas, mesmo com o trabalho excepcional que o governo vem fazendo nesses anos. O golpe está aí, cai quem quer. Hoje, a história está se repetindo”. Flávio Bolsonaro concluiu dizendo: “Juntos, vamos vencer o vírus, qualquer traidor e qualquer ladrão de nove dedos”

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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