terça-feira, 9 de novembro de 2021

General Mourão responde jornalistas e expõe planos de Bolsonaro para Amazônia e relações internacionais


Em coletiva de imprensa, o vice-presidente da República, General Mourão, aventou as perspectivas do Governo Bolsonaro para a proteção da Amazônia, bem como as negociações empreendidas pelo Brasil com outros países no que tange ao Meio Ambiente.

O general frisou a necessidade de desenvolvimento da região, permitindo maior qualidade de vida para a população que habita a área: “A Amazônia, como a gente sabe muito bem, não é só proteger e preservar, mas, principalmente, o desenvolvimento. Temos que desenvolver a Amazônia sob os olhares do século XXI, com a preservação integral do Meio Ambiente. Há perfeitas condições para isso em face das novas tecnologias. Com isso, teremos o desenvolvimento da riqueza existente na Amazônia sem necessitar derrubar uma árvore sequer”.

No ensejo, o vice-presidente salientou a autonomia do Brasil na definição de políticas para o cumprimento de metas: “O Brasil não tem que chegar lá e apresentar como fazer. Como fazer é uma questão interna nossa. O Brasil se comprometeu, junto com os demais países, a reduzir as suas emissões (...). É bom lembrar que, quando assumimos o governo, já havia formalizado em relação a reduções. Há certo preconceito com relação ao nosso governo, o que termina por criar esses mal-entendidos”.

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadores, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelo presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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