terça-feira, 30 de novembro de 2021

Gleisi Hoffmann xinga Bolsonaro e acaba desmoralizada pela deputada Caroline de Toni


No decorrer de sessão da CCJ - Comissão de Constituição e Justiça - da Câmara dos Deputados, a deputada petista Gleisi Hoffmann foi contestada e refutada pela deputada Caroline de Toni após proferir insultos contra o presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

Após Gleisi afirmar que o presidente Jair Bolsonaro será “escorraçado” e mencionar a possibilidade de impeachment, Caroline frisou: “quem vai ficar na lata do lixo da história não é o presidente Bolsonaro, porque quem fez o maior esquema de corrupção do mundo foi o PT”. 

A deputada Caroline de Toni apontou a hipocrisia dos que mandaram ficar em casa e fecharam escolas e igrejas, dizendo “a economia a gente vê depois”, e agora querem promover o Carnaval. Ela afirmou: “a gasolina só está cara, a comida está cara, porque “a economia a gente vê depois””. A deputada lembrou que, desde o início da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro enfatizou a necessidade de tratar simultaneamente da saúde e da educação, e criticou as “pessoas que aproveitam da pandemia para causar divisão, para causar crise no governo Bolsonaro, que é um governo honesto e que, ao contrário do PT, não rouba e não deixa roubar”. 

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto vem sendo restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que é presidente do TSE. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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