sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Janaína Paschoal aponta hipocrisia e desafia velha imprensa a esmiuçar o ‘orçamento paralelo’ de Doria


A jurista e deputada estadual Janaína Paschoal, da tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, questionou as narrativas espalhadas em torno da votação da PEC dos precatórios na Câmara dos Deputados. A deputada apontou a hipocrisia de parlamentares que comparam as emendas parlamentares ao mensalão, e dos que aceitam emendas do governador e criticam as do governo federal. 

Janaína Paschoal apontou: “é importante lembrar que o mensalão tinha a ver com a entrega de malas de dinheiro. Malas de dinheiro para parlamentares”, e comparou: “isso não tem a ver com emendas para os parlamentares mandarem para suas bases”. Ela explicou: “As tais emendas voluntárias, que eu não aceito receber e que eu critico, não têm nada a ver com o mensalão, que era dinheiro para o parlamentar”. 

A deputada questionou por que parlamentares que recebem emendas do governador de São Paulo apontam para as emendas do governo federal como se fossem crimes. Janaína disse que ou ambas as condutas são criminosas, ou nenhuma é. A deputada disse: “V. Exa. já viu governador fazendo emenda para deputado federal? Nesta legislatura houve. E justamente os dois deputados que receberam emenda do governador estão chamando todo mundo de bandido na Câmara”. Ela resumiu: “sou contrária a emenda, mas não suporto hipocrisia”. 

Janaína Paschoal desafiou a velha imprensa, que propaga essas narrativas contra o governo federal, a fazer a investigação do mesmo fenômeno no estado de São Paulo. A deputada disse: “Essas explicações precisam ser dadas, esses conceitos precisam ser detalhados, sob pena das pessoas continuarem repetindo mentiras, falácias. Eu desafio a imprensa que está falando do orçamento paralelo no âmbito federal a vir esmiuçar o orçamento paralelo aqui, do governador João Doria”.

O uso de ‘dois pesos e duas medidas’ pela velha imprensa e também pelo Judiciário tem sido uma constante no Brasil. Fatos banais, se relacionados a “bolsonaristas” ou a conservadores, são apresentados pela velha imprensa como se fossem crimes, ainda que as mesmas condutas por parte da extrema-esquerda sejam consideradas absolutamente normais. Com base em “matérias” produzidas pela velha imprensa, pessoas e empresas são investigadas, presas, censuradas, sofrem apreensões e confiscos, entre outras. 

A totalidade da renda da Folha Política,assim como de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, com o apoio e aplauso do presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a continuar nosso trabalho, doe qualquer valor através do Pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou com o código ajude@folhapolitica.org

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