quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Senador Girão alerta sobre cerceamento da liberdade de expressão e ‘patrulhamento’ de STF e TSE: ‘crescente escalada autoritária’


Durante sessão do plenário do senado, o senador Eduardo Girão apontou sua preocupação crescente com o cerceamento da liberdade de expressão. O senador apontou que a censura explícita de opiniões está cada vez mais visível e vai atingir a todos. Ele exemplificou com a censura de um médico pelo Twitter e ressaltou: “Essa medida autoritária do Twitter vem se somar a uma série de decisões semelhantes tomadas, infelizmente, por alguns Ministros do STF e do TSE, bloqueando, desmonetizando sites, blogs, canais e jornalistas. Olhem o risco disso!”. 

O senador Eduardo Girão explicou que, pelo momento, o ponto em comum das vítimas de censura é o fato de serem conservadores. Girão disse: “O interessante é que todos eles têm um ponto em comum – esses que estão sendo censurados: eles são conservadores. É muita coincidência! A justificativa, Sr. Presidente, tem sido sempre o cuidado com a proliferação das chamadas notícias falsas, as fake news. Todos concordamos aqui que tais abusos devem ser devidamente punidos, em acordo com a legislação vigente, é claro. Mas o que temos assistido é a uma crescente escalada autoritária, com o cerceamento do sagrado direito de expressão, pilar fundamental da democracia”.

O senador ressaltou: “há um verdadeiro patrulhamento, repito, ideológico, com censura prévia de tudo aquilo que se opõe ao pensamento considerado politicamente correto”. E lembrou: “nenhuma instituição está legitimada pela nossa Constituição para funcionar como censor nas redes sociais, dizendo  que pode e o que não pode ser dito. Ora, ora! Ora, ora, nem a Suprema Corte de Justiça e muito menos os gigantes da comunicação do mundo da internet!”. 

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

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