segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Bolsonaro expõe alerta do jornalista J.R. Guzzo sobre grave ‘impostura’ de Alckmin e Lula: ‘Cúmplice de um criminoso’


O presidente Jair Bolsonaro compartilhou, pelas redes sociais, um artigo do jornalista José Roberto Guzzo, intitulado “Cena do crime”, em que Guzzo questiona os motivos do ex-governador Geraldo Alckmin se associar ao ex-presidente Lula na disputa à presidência. No artigo, o jornalista lembra que, na última campanha presidencial, Alckmin disse que Lula queria “voltar à cena do crime”. 

O jornalista questiona: “Quer dizer, então, que o ex-governador resolveu tornar-se cúmplice de um criminoso e voltar junto com ele ao lugar onde o crime foi cometido? Se não for isso, não se sabe o que poderia ser”. Guzzo prosseguiu: “Se nada mudou, e se Lula não mudou nada, temos um problema aqui. Ou Alckmin é favor ou é contra Lula. Ser contra é patentemente absurdo – ninguém se candidata a vice para, depois de eleito, fazer oposição ao presidente. Então tem de ser a favor; é mentira que haja meio termo, ou que ele vá ‘segurar’ Lula no futuro governo. Não vai segurar nada; vai só assinar embaixo”. 

O jornalista explicou que “assinar embaixo” significa que Alckmin, ao aceitar ser vice de Lula, terá que aceitar a volta das mazelas observadas nos governos petistas, e acrescentou: “Não existe chapa 'moderada' com Lula e com o PT. Jamais aceitaram o “equilíbrio” com que sonham os analistas políticos: podem dar uns empreguinhos e outras esmolas para Alckmin e seus amigos, mas jamais vão deixar de fazer absolutamente nada daquilo que querem, nem se preocupar com o que o ex-governador acha ou não acha. O que ambos estão querendo vender para o eleitor é uma impostura – apenas isso”.

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelo presidente da corte, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. 

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