sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Bolsonaro faz pronunciamento em Cúpula com líderes mundiais e defende a liberdade de expressão


Em reunião da Cúpula da Democracia, com a presença de diversos líderes mundiais, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em que enfatizou o compromisso do Brasil com a democracia, o combate à corrupção e a proteção dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. 

O presidente lembrou que a Constituição “estabelece a dignidade humana e a democracia como princípios fundamentais da República”. O presidente afirmou: “Estamos empenhados em assegurar as liberdades de pensamento, associação e expressão, inclusive na internet, algo essencial para o bom funcionamento de uma democracia saudável. Valorizamos o direito de todos de expressarem suas opiniões e de serem ouvidos. Nos últimos anos, trabalhamos com afinco na promoção e proteção dos direitos humanos no Brasil. Reafirmo nossa determinação de proteger e respeitar os DH e as liberdades fundamentais de todos os brasileiros”. 

O presidente também afirmou que “a luta contra a corrupção também constitui prioridade permanente, tanto é que estamos completando 3 anos sem uma denúncia sequer contra nosso governo, ao contrário do que ocorria em governos anteriores. Adotamos o mais ambicioso e abrangente plano anticorrupção da história deste país e estamos construindo e fortalecendo mecanismos para prevenir, detectar e punir atos de fraude, corrupção e comportamento antiético”.

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, esses fundamentos parecem ser relativizados ou mesmo esquecidos. 

A Folha Política, assim como várias outras pessoas e empresas conservadoras, já foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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