sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Deputada Caroline de Toni aponta como governo PT compactuava com absurdos de Cuba e critica STF por insegurança jurídica


Pelas redes sociais, a deputada federal Caroline de Toni compartilhou uma conversa com um ex-integrante do antigo programa Mais Médicos, que relatou que hoje vive no Brasil com muito mais dignidade do que na época que participava do programa, quando o governo cubano ficava com 85% de seu salário. Caroline de Toni disse: 

“O RETROCESSO QUE NÃO QUEREMOS PARA O BRASIL.

Vão me dizer que o Lula, a Dilma e o PT não sabiam que mais de 85% do salário pago (com o nosso suado dinheiro) aos médicos cubanos eram desviados pela ditadura cubana? Alguém tem dúvidas de que o Mais Médicos, da forma como desenhado pelo PT, era um sistema de financiamento do regime socialista/esquerdista dos Castro com o dinheiro dos trabalhadores brasileiros?

Basta ver que quando Bolsonaro venceu as eleições e anunciou que revisaria os estranhos termos de cooperação com Cuba, a ditadura esquerdista chamou de volta, às pressas, os seus 8.556 médicos. Uma verdadeira confissão de culpa por parte do regime, pois se fosse um programa correto e justo (lembrando que o Brasil pagava tudo em dia), não teria por que interrompê-lo, não é mesmo?

Muita gente esquece, mas interromper essa injustiça com o Brasil e com os médicos cubanos foi uma das primeiras conquistas do Governo Bolsonaro.

Aqui em Guarujá do Sul reencontrei o médico cubano Lesme Dariel Masso Cisneros, com quem já conversei em 2019, e que me falou mais um pouco sobre os absurdos que o governo cubano fazia com ele e os colegas dele sob o Mais Médicos”.

Durante debate na Comissão Especial que analisa a PEC da Prisão em 2ª Instância, a deputada defendeu a proposta que determina a prisão após condenação em segunda instância, e apontou como o Supremo Tribunal Federal contribui para a insegurança jurídica no País. Caroline de Toni disse: “existe uma sensação consolidada na sociedade de impunidade”. A deputada explicou que o sistema penal dá muitas garantias aos acusados, mas, com muitas possibilidades de recursos e com a morosidade do Judiciário, acaba contribuindo para essa impunidade. Caroline de Toni acrescentou: “traz muita insegurança jurídica quando o Supremo muda constantemente seu entendimento”.

Alguns brasileiros vêm sendo tratados como sub-humanos e cidadãos com menos direitos, por manifestarem suas opiniões livremente e por apoiarem o presidente Jair Bolsonaro. Medidas arbitrárias são tomadas contra essas pessoas, que têm seus direitos e garantias fundamentais desrespeitados. 

Além de ter tido a sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos, no âmbito de um inquérito do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que foi posteriormente arquivado por falta de indícios de crime, a Folha Política, atualmente, tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e o louvor do presidente daquela corte, Luís Roberto Barroso, também ministro do STF. 

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