quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Dono da Havan, Luciano Hang rebate polêmica sobre chuveiro em praias, detona CPI e manda recado


Em transmissão ao vivo por meio de suas redes sociais, o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, rebateu polêmicas espalhadas por blogs e membros da velha imprensa a respeito da instalação de chuveiros com a marca da Havan em praias brasileiras.

O empresário agradeceu ao vereador que iniciou a polêmica, reclamando dos chuveiros instalados para uso gratuito da população. Hang disse: “Só tenho a agradecer ao Afrânio e ao pessoal que fica fazendo essas polêmicas todas. Deixamos a praia cada vez mais bonita. Tem uma frase que adorei, de um internauta. Quando eles não gostam, eles não deixam fazer. Quando eles gostem, querem que alguem pague por aquilo que eles querem, já que eles nada fazem, não trabalham, não gostam de trabalhar e odeiam quem gosta”

O empresário disse: “Vai virar um ponto turístico. Falem bem ou falem mal, mas falem de mim. Quero agradecer aos veículos de comunicação pelas polêmicas, não esquecendo da CPI. A CPI falava tantas mentiras que eu tive de ir lá pessoalmente destruir todas as narrativas. Agora, estou vendo sobre o Iphan, o Rio Grande. Zero. Tudo certo. Quem nada faz de errado não tem medo. São narrativas, como é o caso do chuveiro”.

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, no qual o empresário Luciano Hang foi incluído, esses fundamentos parecem ser relativizados ou mesmo cancelados. 

O empresário foi investigado em um dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, tendo tido seus sigilos quebrados e até mesmo sofrido busca e apreensão, com base unicamente em uma reportagem que jamais apresentou qualquer comprovação de suas alegações. O empresário processou a repórter e o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de direito, reconheceu-se que a reportagem não atendeu ao menor dever de cuidado em averiguar os fatos. 

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. 

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