domingo, 2 de janeiro de 2022

Bolsonaro abre o jogo sobre ‘medidas de força’, STF, 2022 e liberdade


Em pronunciamento ao vivo, o presidente Jair Bolsonaro abordou a situação econômica brasileira, os desafios para 2022, as consequências da destruição de cadeias produtivas, os danos aos informais e a inflação como consequência da escassez de produtos. Outrossim, o chefe de Estado abordou as ameaças à liberdade dos cidadãos e como pretende aglutinar esforços com o intuito de contribuir para a renovação das instituições.

Bolsonaro frisou: “A gente não consegue debater mais. É uma imposição que está vindo aí, a gente não pode admitir isso. A gente vai, devagar, lutando contra isso. Alguns queriam, lá atrás, querem que a gente tome medidas de força. O que posso dizer para vocês? A gente está mudando. Quando se fala em Supremo Tribunal Federal: indiquei 2. Quem for eleito no ano que vem, em 2023, indica mais dois. Veja o perfil de quem indiquei, de quem Temer indicou, Lula, Dilma”

O presidente prosseguiu: “Tem gente que gosta, gente que não gosta. Tem gente que detesta o André Mendonça. Acabei de indicar ele para lá. É um direito teu discordar, não concordar com aquele juiz, aquele deputado, senador, meu ministro, ministro do TCU, do STJ. Não tem problema. Da nossa parte, você nunca vai sofrer uma censura nossa por opinião dessas pessoas. O que nós queremos? É a paz, a tranquilidade, o respeito. Fazer com que a nossa liberdade seja, cada vez, um bem mais reconhecido”.

O presidente afirmou ver um lado bom na situação atual. Bolsonaro disse: “O que de bom aconteceu nisso tudo? Tem um velho ditado: não tem limão que não dê uma limonada. A população entendeu o que está acontecendo. Sofreu bastante. Logicamente, algumas cidades, o povo não entendeu direito”.

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos convidados a participar, nada disso é considerado um “ato antidemocrático”.

No dia 7 de setembro, milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. 

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