sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Bolsonaro desmoraliza Lula e governos petistas: ‘Há pouco tempo, tínhamos escândalos de corrupção; hoje temos duas ou três ações excepcionais por semana’


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a cerimônia da assinatura da Medida Provisória que cria o Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário. O presidente lembrou a trajetória de seu governo, que, após conseguir avanços no primeiro ano, enfrentou uma inédita pandemia a partir do segundo ano. 

Bolsonaro lembrou as medidas adotadas pelo governo para atender as vítimas das medidas adotadas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia, com o Auxílio Brasil e medidas voltadas à proteção de empregos. O presidente apontou que, em 2020, com a chegada das vacinas, “o governo federal disponibilizou, para todos os brasileiros, de forma voluntária, a vacinação. Buscamos atender os anseios da grande maioria da população, sempre respeitando a liberdade de cada um”.

O presidente apontou que seu governo lida com constantes interferências e lida com elas dentro dos limites constitucionais. Bolsonaro disse que, no contexto mundial, o Brasil está indo bem, e apontou: “tudo isso só é possível fazer com pessoas que têm um compromisso com a sua pátria. Não basta individualmente estar bem, se o Brasil não está bem .O Brasil estando bem, todos nós estaremos bem, também”. 

O presidente apontou que, enquanto governos anteriores tinham dois ou três escândalos de corrupção por semana, o seu governo apresenta “duas ou três ações excepcionais por semana”. Ele disse: “é um governo que se dedica à causa do bem comum”. O presidente disse que, neste ano, “continuaremos o nosso trabalho, com ênfase total na geração de empregos e no combate à inflação”. 

O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. O país tem presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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