quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Bolsonaro lembra responsabilidade de Lula na tragédia venezuelana e diz que vai mostrar o rombo no BNDES


O presidente Jair Bolsonaro conversou com cidadãos que o aguardavam nos jardins do palácio da Alvorada. O presidente respondeu a um cidadão da área de fronteira com o Suriname, e lembrou que esteve no país na semana passada. Bolsonaro disse: “Estive lá no Suriname. Guiana e Suriname juntos, são dois países pequenos. Mas descobriram reservas de petróleo e gás que seriam equivalentes a 40% das nossas reservas”.

Bolsonaro perguntou: “Qual o país, hoje em dia dos mais pobres do mundo, que tem as maiores reservas de petróleo? Venezuela. Como é que pode? A maior reserva do mundo de petróleo, e são os mais pobres? Inclusive, recebi um relatório semanal de informação de inteligência, e na última semana, aumentou o fluxo de venezuelanos vindo para o Brasil. Oitocentos por dia. A maioria, mulheres e crianças. Fugindo do paraíso socialista. Não deu certo em nenhum lugar do mundo. E quem é um dos grandes responsáveis? Quem ia fazer campanha para o Chávez, lá?”. A um cidadão que respondeu “o ladrão de nove dedos”, Bolsonaro respondeu, brincando: “imagine se tivesse dez”. 

O presidente prosseguiu: “vou mostrar na live como se usa de maneira inadequada um banco oficial - o BNDES. 500 bilhões de reais de 2003 a 2014. Parte disso - obras lá fora. Você vê: o Tarcísio, nesse ano que passou, ele teve mais ou menos 8 bilhões. E ele faz miséria com isso. Imagine 500 bilhões”.  

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto vem sendo restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que é presidente do TSE. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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