quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Bolsonaro rebate presidenciáveis e ironiza jantar de Lula: ‘parecia um saidão de cadeia’


O presidente Jair Bolsonaro comentou declarações e posições de alguns presidenciáveis, durante entrevista concedida por videoconferência e transmitida por suas redes sociais. A entrevistadora relatou que o ex-ministro Moro teria dito que Bolsonaro seria responsável pelo crescimento da candidatura de Lula. Bolsonaro perguntou: “Ele falou quem tirou o Lula da cadeia? Fui eu que tirei o Lula da cadeia? Foi o Supremo Tribunal Federal”. 

O presidente lembrou que Lula já prometeu, repetidas vezes, censurar a imprensa, e lembrou também a roubalheira dos governos petistas, mostrando os efeitos que perduram até hoje na Petrobras. O presidente também apontou as consequências das políticas socialistas na Venezuela, com apoio de Lula, e perguntou: “como pode um país com a maior reserva de petróleo do mundo ser tão pobre assim?”. O presidente ironizou o jantar promovido para Lula, com a participação de Alckmin, e disse: “olha aquelas pessoas que se fizeram presentes; parecia um saidão de cadeia”.

Bolsonaro mostrou ainda como políticas impostas pela esquerda prejudicam o país e impedem o desenvolvimento, e comentou políticas propostas pelo governador de São Paulo, João Doria. O presidente alertou: “a economia não aguenta, o Brasil vai quebrar”. 

O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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