quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Bolsonaro relata sucesso do Brasil nas relações exteriores e enfatiza assento no Conselho de Segurança da ONU


Durante a entrevista coletiva que concedeu ao receber alta do hospital, o presidente Jair Bolsonaro mencionou a política externa brasileira e enfatizou que o País obteve um assento não permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, com o apoio de 181 países. 

O CSNU conta com 15 membros, cinco dos quais permanentes e com poder de veto (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia), e 10 eleitos para mandatos bianuais.  O Brasil foi eleito com 181 votos de 190 possíveis em junho de 2021, durante a 75a. Assembleia Geral das Nações Unidas. O Brasil já tinha cumprido dez mandatos no Conselho, mas desde 2011 não ocupava lugar no órgão. 

Ao apresentar a candidatura do Brasil, o Ministério das Relações Exteriores apontou: 

“A atuação do Brasil no Conselho de Segurança, em 2022-2023, primará pela defesa dos princípios basilares da Carta das Nações Unidas, que incluem a defesa resoluta das liberdades fundamentais, o respeito à dignidade humana e a prevalência dos direitos humanos, a fim de edificar uma paz genuína e duradoura, assentada sobre os pilares da democracia e da justiça. 

Em seus dois discursos na Assembleia Geral das Nações Unidas, o Presidente Jair Bolsonaro recordou que o Brasil abraça esses valores não só por tradição, mas também por mandamento constitucional, visto que eles se encontram expressos em sua Carta Magna, ao lado de vários outros postulados de mesma inspiração que regem suas relações internacionais. Enfatizou ainda o firme respaldo do governo brasileiro às Nações Unidas, por um mundo onde os Estados se respeitem mutuamente e onde os governos nacionais respondam aos anseios de todos os seus cidadãos”.

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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