sábado, 8 de janeiro de 2022

Bolsonaro responde polêmica envolvendo diretriz do Exército, alfineta Moraes, do STF, e adverte para planos do PT


O presidente Jair Bolsonaro concedeu uma entrevista coletiva, quando respondeu a perguntas sobre diversos temas, como a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos para alguns setores, a polêmica sobre diretrizes do Exército, a possibilidade de volta da esquerda ao poder, a pandemia, a catástrofe em Capitólio, a ameaça de greve de servidores públicos, economia, e a reforma ministerial. 

O presidente explicou que a sanção de leis depende de sua viabilidade econômica e que, se sancionar uma lei que não tem previsão orçamentária, incorre em crime de responsabilidade. Bolsonaro disse: “Quando você perdoa, dá uma concessão, tem o outro lado. Está na lei de Responsabilidade Fiscal. Eu não posso fugir disso. Eu não posso ir dando canetada. Eu sou responsabilizado por veto ou sanção. O parlamentar pode votar o que bem entender, não interessa, sim ou não.  Ele nunca responde. Ele é inviolável por votos. Palavras e opiniões, acho que não é mais. Eles já perderam isso aí. Teve um ministro do Supremo que cassou isso aí, cassou, revogou, dois terços dos incisos do art. 53 da Constituição. Mas os parlamentares, até o momento, têm total liberdade de votos dentro do parlamento”. 

O presidente lembrou que, durante a pandemia, os cidadãos puderam ver como agem os líderes de esquerda e alertou sobre a continuidade das medidas autoritárias caso a esquerda volte ao poder nas eleições. Bolsonaro enfatizou a necessidade de retomar e recuperar a economia, enquanto se convive com o vírus, e lembrou que defendeu essa posição desde o início da pandemia. 

Bolsonaro falou sobre alguns desafios enfrentados por seu governo e empecilhos às atividades econômicas e apontou a importância de casos que serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal, em especial a questão do novo marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que pode inviabilizar o agronegócio no Brasil. 

Questionado sobre a reforma ministerial, Bolsonaro confirmou que ela será necessária, já que 12 ministros devem sair para disputar as eleições, mas não adiantou nomes. O presidente disse ter curiosidade para saber quem teria interesse no ministério da Mulher e da Família caso a ministra Damares queira ser candidata. O presidente disse: “os maiores clientes da Damares é o pessoal do PT, PCdoB, PSOL”. O presidente também agradeceu o tratamento cordial que vem recebendo dos repórteres da velha imprensa, e lamentou a dieta que vem fazendo devido ao tratamento das sequelas do ataque por um militante de extrema-esquerda. 

A Folha Política mostra, há quase 10 anos, fatos da política brasileira, que incluem atos, pronunciamentos, eventos e declarações de membros dos três poderes, inclusive do atual presidente da República eleito democraticamente pela maioria da população. Antes de sua eleição, a Folha Política mostrou atos dos presidentes anteriores, e, da mesma forma, pretende continuar mostrando os atos dos próximos presidentes, assim como a cobertura completa de fatos de relevância nacional no âmbito da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Assembleias Legislativas estaduais, das câmaras municipais, do STF e de outros tribunais. Contudo, atualmente, a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, que decidiu inviabilizar o funcionamento de sites e canais conservadores, privando-os dos meios de sobrevivência. 

O confisco de renda atinge todos os vídeos produzidos pelo canal, independente do conteúdo. Essa decisão recebeu o apoio e aplauso do ministro Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE, e se soma a outras medidas já tomadas contra o canal, como a apreensão de todos os equipamentos promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em inquérito que foi arquivado por falta de indícios de crime. 

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