segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Deputada Bia Kicis expõe absurdo de perseguição contra Bárbara, do Te Atualizei, e retruca ataques a Bolsonaro e apoiadores


Durante sua live semanal, a deputada federal Bia Kicis comentou o pedido de informações feito por um membro do Ministério Público Federal ao Twitter, pouco depois da plataforma conceder um selinho de verificação à youtuber Bárbara, do canal Te Atualizei. A deputada enfatizou o absurdo do pedido, afirmando: “é assustador, porque esses esquerdistas não conseguem, eles não admitem alguém que pensa diferente deles”. Bia Kicis ironizou a suposta defesa de pluralidade de ideias feita pela esquerda: “pluralidade de ideias desde que você pense igual a eles”. 

A deputada desabafou: “é uma coisa tão absurda, tão absurda! O selinho azul do Twitter é uma verificação que apenas diz que aquela pessoa de fato é ela”. Bia Kicis apontou que há diversos perfis com o seu nome, e o selinho indica qual é o perfil que pertence a ela, e o mesmo ocorre com a youtuber, que tem mais de 700 mil seguidores. 

Embora a plataforma tenha uma política de censurar perfis segundo critérios próprios, o Ministério Público Federal não vem agindo para defender o direito fundamental à liberdade de expressão, nem mesmo quando o próprio presidente da República foi censurado. Como, em geral, os perfis censurados são de pessoas conservadoras, o argumento mais utilizado para defender a censura é o de que uma empresa privada teria o direito de escolher, entre os cidadãos, quais podem ter acesso aos seus serviços. 

A discriminação entre “tipos” de cidadãos não é exclusiva das plataformas. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos e não têm sequer seus direitos fundamentais reconhecidos. O país tem presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, depoimentos, “relatórios” e “reportagens”, produzidos por pessoas interessadas, sem qualquer compromisso com fatos, embasam medidas extremas contra conservadores, como buscas e apreensões, censura, e até mesmo prisões. 

A Folha Política já teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos. Atualmente, toda a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral, com o aplauso do ministro Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE. A decisão do ministro Salomão confisca a renda de sites e canais conservadores, como o de Bárbara, do canal Te Atualizei, e da Folha Política, para inviabilizar o jornalismo conservador independente. 

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