domingo, 9 de janeiro de 2022

Deputados, personalidades e jornalistas reagem após Bárbara, do Te Atualizei, ser atacada pela velha mídia


Um grupo de jornalistas da velha imprensa, de forma coordenada, noticiou a verificação do perfil da youtuber Bárbara, do canal Te Atualizei. A verificação do Twitter consiste em um selinho azul ao lado do nome do perfil, atestando que se trata daquela pessoa. As matérias da velha imprensa, entretanto, enfatizaram que Bárbara seria uma “investigada” e, na opinião deles, não mereceria que sua identidade fosse confirmada. 

Bárbara fez um vídeo em resposta a Guilherme Amado, autor da primeira matéria, lembrando que o TSE realmente abriu um inquérito administrativo contra veículos de imprensa conservadores, mas ainda não indicou se há um crime pelo qual as pessoas estão sendo acusadas, nem a base legal para as ações tomadas contra a imprensa independente.  Bárbara disse: “Sim, o TSE disse que eu faço fake news, mas sabe-se-lá por quê. Até hoje, quase seis meses depois, apesar do meu advogado já ter perguntado, já ter judicializado, eles não me apontam qual foi a fake news que eu disseminei. Tomara que em 2022 eles contem, né?”. 

A youtuber prosseguiu, comparando sua situação com a do repórter Guilherme Amado, que foi acusado de fazer fake news por um ministro do Supremo Tribunal Federal, mas não sofreu nenhuma medida nem foi incluído em nenhum inquérito. Bárbara disse a Guilherme Amado: “Diferente de você, que teve o privilégio de ter um ministro do STF aparecendo em sua própria conta verificada no twitter para dizer que você não é apenas um mentiroso, é uma pessoa pouco profissional”. 

Bárbara mostrou o print de um tweet do ministro Alexandre de Moraes, cujo perfil é verificado, com o texto: “Informo que é mentirosa e inconsequente a nota da revista Época, do colunista Guilherme Amado, que deveria ser mais profissional e ter mais cuidado antes de espalhar fake news”. 

A youtuber acrescentou: “Seu Guilherme, diferentemente de mim, que ainda não sei o que eu fiz, o ministro foi lá, em pessoa, para esfregar a sua cara em público, te chamando de inconsequente, de antiprofissional e ainda afirmando que você faz fake news. O curioso é que o seu selinho azul ainda está lá, do ladinho do seu nome. Aí fica aqui a minha dúvida: o senhor fará uma matéria questionando por que o Twitter ainda mantém o seu selo de verificação, visto que você foi publicamente acusado de fake news por um ministro do STF, ou você é apenas um hipócrita ideológico profissional? Agora vem aqui e fala que isso é uma fake news. Fica aí o meu questionamento”. 

O internauta Vinicius Carrion questionou: “Um dos critérios para um perfil ser verificado não é a notoriedade da pessoa? Por que jornalistas esquerdistas com menos de 10k de seguidores são verificados enquanto os jornalistas Fiuza e Constantino, que estão chegando em 1 Milhão de seguidores, não são? A ideologia importa?”. 

O investidor Leandro Ruschel explicou: “O que realmente incomoda essa galera é o fato da Bárbara ter mais audiência que O Globo. Um selo de verificação é apenas a rede social afirmando que o perfil de fato pertence à pessoa. Ou seja, quem busca mais transparência e responsabilidade nas redes deveria defender a verificação do maior número possível de perfis. Na prática, o que acaba acontecendo é que perfis de esquerda são verificados mesmo sem ter muitos seguidores, enquanto perfis não alinhados à esquerda raramente são verificados”.

O investidor mostrou a reação de um jornalista de uma grande emissora, que exigia a retirada da verificação e pedia a prisão de Bárbara, e apontou: “Militante de redação da Globo ataca Bárbara, demonstrando a essência da mentalidade totalitária. Ele não quer apenas a censura da Bárbara, mas sua prisão por "crime" de opinião. Lembrando que tipos assim se apresentam como defensores da "democracia" contra o "fascismo".”

Ruschell ironizou: “Quando o Twitter censura um conservador é uma empresa privada que tem o direito de fazer o que quiser na sua rede, e não pode ser questionada. Já quando simplesmente verifica uma conta que não seja da turminha do lacre, a empresa deve ser processada!”. 

O investidor lamentou: “Jornalistas deveriam estar na linha de frente na luta pela liberdade de expressão. Infelizmente, passaram a defender não apenas a censura, mas a prisão por "crime" de opinião dos não alinhados à agenda socialista. Não percebem que é uma questão de tempo para serem perseguidos”.

Leandro Ruschel acrescentou: “Existe um "Gabinete de Ódio" no Brasil. Ele é formado por militantes de redação, acadêmicos e integrantes de movimentos de extrema-esquerda, que contam com a cumplicidade de parte do Judiciário para censurar e perseguir influenciadores não alinhados à agenda socialista. A perseguição que estão fazendo contra a Bárbara demonstra o funcionamento dessa rede. Uma simples verificação de perfil levou a um movimento de perseguição por grupos de extrema-esquerda nas redes, amplificada pelos militantes de redação. Completando o ciclo, integrante do MP pede explicações ao Twitter, por uma verificação de perfil! O argumento é que Bárbara está sendo investigada por "fake news", como se houvesse esse crime. Tal investigação, por sua vez, foi iniciada por denúncias da extrema-imprensa. Já vivemos sob ditadura. A liberdade de expressão é a mais importante das liberdades individuais, pois sem ela, todas as outras liberdades são perdidas.  Não é mais possível se opor à agenda socialista, no Brasil, sem sofrer represálias, cada vez mais intensas. A milícia digital de extrema-esquerda nas redes chegou ao ponto de expor nomes de funcionários do Twitter com o objetivo de pressioná-los a não verificar contas de conservadores ou bloqueá-las”.

O jornalista da Globonews (Renan Brites Peixoto) prosseguiu nos ataques à youtuber, envolvendo sua família, o que levou muitos internautas a lembrá-lo que não existe crime de “fake news”, mas existem os crimes de perseguição e de violência psicológica contra a mulher. 

O deputado Filipe Barros apontou: “O ataque machista do blogueiro Renan Peixoto à Bárbara do Te Atualizei demonstra muito bem o que a extrema imprensa pretende: poder falar - e mentir - sem ser questionados”. O deputado acrescentou: “O MPF solicitar explicações ao Twitter pela verificação do Te Atualizei é mais uma demonstração que parcela da instituição não quer combater crimes, como o tráf** internacional de dro**. Querem apenas lacrar. Por essas e outras defendo uma profunda reforma no MP”. Barros alertou: “Quando o Congresso Nacional for debater limitações ao hoje ilimitado poder do MP (até de questionar as contas que o Twitter verifica), não adiantará promotores e procuradores fazerem pressão nos parlamentares com romarias nos gabinetes”.

O deputado Junio Amaral disse: “A Bárbara (Te Atualizei) recebeu o selo de verificação aqui no Twitter. Alguns jornalistas e pseudo-blogueiros estão revoltados com isso. Deve ser perturbador para eles ver uma mulher na frente da câmera expondo para milhares as verdades que tentam esconder. #SomosTodosBarbara”

O deputado Daniel Freitas questionou: “Agora o problema é com o selo azul da Bárbara? De duas, uma: ou tão sem pauta ou a Bárbara realmente tá incomodando demais. #SomosTodosBarbara”

O deputado José Medeiros reproduziu um tweet do “jornalista”, e apontou: “Isso é um jornalista 👇🏻 não precisa nem dizer que é da GloboNews, né? ZERO EMPATIA, ZERO RESPEITO, ZERO DEMOCRACIA e, como é de costume, JULGANDO OS OUTROS por sua régua imunda…”.

A campeã de vôlei e comentarista Ana Paula Henkel comentou: “ainda não aprenderam que quanto mais tentam censurar, quanto mais perseguem, maiores se tornam as pessoas de bem. Um exército, que pode parecer silencioso, SEMPRE aparece para estar no front com você. Não há dinheiro no mundo que compre isso. E é exatamente isso que mete medo nos tiranos”.

A vereadora Gabriela Rodart ironizou: “Estão atacando a Bárbara do Te Atualizei pq, vejam que horror, o Twitter verificou a conta dela. Mais de 700 mil seguidores e os jornas estão chocados, até o MP parece que vai se meter. Se ela ainda fosse algum canastrão de novela, imundo e decadente, aí vai”.

O jornalista Renato Barros disse: “22 começou e o próximo passo já foi dado. Macron deu o start, outros políticos seguiram e agora a mídia segue. A desumanização dos que não se curvam à ditadura está em curso, desta forma, o primeiro passo é pedir a prisão… depois já sabem! Força, Bárbara  #SomosTodosBarbara”

A internauta Elisa Brom disse: “Ora ora, então quer dizer que o Blogueiro, Rei das Fake News está magoadinho porque a Bárbara foi verificada no twitter. Logo ele, que já foi considerado propagador de Fake News até pelo Ministro Alexandre de Moraes? Fake News do Bem, por isso não está no Inquérito”.

O escritor Flávio Gordon explicou: “Como funciona a espiral de assas*** de reputações: militante de redação faz matéria difamando alguém da direita, acusando de produzir "fake news". Uma investigação é aberta com base na matéria difamatória. Militante de redação usa investigação aberta para "comprovar" acusação”.

O procedimento descrito por Gordon é utilizado nos inquéritos conduzidos em cortes superiores contra conservadores e apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Nos inquéritos, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência. Os inquéritos também já levaram à censura e até prisão de parlamentares, jornalistas e cidadãos. 

A Constituição Federal determina, em seu art. 5º, inciso LIV, que “ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”. No entanto, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar, em decisão monocrática em inquérito administrativo, a renda de canais e sites conservadores, como de Bárbara, do canal Te Atualizei, e da Folha Política. 

A decisão do ministro, que recebeu o respaldo e o apoio do presidente do TSE e ministro do STF Luís Roberto Barroso, confisca toda a renda dos canais, sem qualquer distinção segundo o tipo de conteúdo, o tema, a época de publicação ou qualquer outro critério. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a manter o jornal funcionando, doe através do QR Code que aparece na tela, ou utilizando o código Pix ajude@folhapolitica.org. Caso não use Pix, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo. Há quase 10 anos, a Folha Política vem enfrentando a espiral do silêncio imposta pelo monopólio da informação. Pix: ajude@folhapolitica.org


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