sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Dono da Havan, Luciano Hang se une ao ministro Tarcísio para desmontar mentiras veiculadas na velha mídia


O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, fez uma live para esclarecer aos catarinenses notícias que estavam sendo veiculadas pela velha imprensa, que alegavam que o governo federal teria cortado mais de R$43 milhões do orçamento da infraestrutura do estado. O empresário convidou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para expor os fatos. 

O ministro Tarcísio afirmou que as notícias sobre o suposto corte são “fake news”. Ele explicou detalhadamente como o orçamento foi formado e aprovado, e como, no momento de sancionar ou vetar, o presidente Bolsonaro precisou fazer um corte linear nas emendas de comissão em todo o Brasil. Ainda assim, os recursos para Santa Catarina, que inicialmente eram de 373 milhões, foram aumentados para 452 milhões. 

O ministro apontou ainda que há recursos para a manutenção da infraestrutura, que garantirão muitas obras no estado. O empresário Luciano Hang enfatizou a importância de não acreditar em tudo o que é dito pela velha imprensa. O ministro e o empresário fizeram uma extensa lista de obras que serão realizadas pelo governo federal no estado este ano. 

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, no qual o empresário Luciano Hang foi incluído, esses fundamentos parecem ser relativizados. 

O empresário foi investigado em um dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, tendo tido seus sigilos quebrados e até mesmo sofrido busca e apreensão, com base unicamente em uma reportagem que jamais apresentou qualquer comprovação de suas alegações. A “reportagem” também deu origem a quatro Ações de Investigação no Tribunal Superior Eleitoral, onde nenhuma prova foi apresentada.  O empresário processou a repórter e o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de direito, reconheceu-se que a reportagem não atendeu ao menor dever de cuidado em averiguar os fatos. 

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa e de outros sites e canais conservadores, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, presidente do TSE. A decisão, que visa inviabilizar o jornalismo conservador independente, vem sendo mantida pelo atual corregedor da Corte.

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