terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Ministro Marcos Pontes rebate manipulações sobre o Gov. Bolsonaro ao relatar como o Brasil evoluiu para produtor de vacinas e vai se tornar exportador


O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Astronauta Marcos Pontes, fez uma retrospectiva das ações de sua pasta em 2021, em entrevista ao programa A Voz do Brasil. O ministro iniciou apontando que, desde antes do começo da pandemia, o Brasil já havia se adiantado e estabelecido a Rede Vírus para organizar esforços para o enfrentamento da pandemia em diversas áreas. 

O ministro relatou que, no governo Bolsonaro, o Brasil passou a ter a tecnologia para produzir vacinas, avançando em relação ao estado anterior, em que o país era eficiente no engarrafamento e na distribuição, mas não tinha a tecnologia para produzir. O ministro explicou: “se o planeta não quiser vender vacinas para o Brasil, o Brasil vai vender vacinas para o planeta”. 

O ministro Marcos Pontes explicou ainda como o governo Bolsonaro estabeleceu as tecnologias prioritárias - estratégicas, de produção de recursos/riquezas para o país, de desenvolvimento sustentável, para a qualidade de vida das pessoas, e habilitadoras. O ministro destacou o plano nacional de tecnologias assistivas, que integra cinco ministérios para oferecer tecnologias que melhorem a qualidade de vida dos cidadãos com alguma limitação. 

Questionado sobre as perspectivas para 2022, o ministro Marcos Pontes se entusiasmou ao fazer uma lista dos principais eventos do ano. O ministro mencionou o início da construção de um laboratório de nível de biossegurança 4, o primeiro lançamento internacional do Centro Espacial de Alcântara, o avanço de pesquisas sobre o mar, o aumento de laboratórios na Amazônia, a chegada de produtos de grafeno ao mercado, a primeira superbateria de nióbio, iniciativas em energia renovável, e o centro nacional de tecnologia de vacinas, entre outras, e acrescentou: “tem uma lista enorme”. 

O avanço constante e crescente de medidas restritivas arbitrárias impostas por governadores e prefeitos a pretexto de combater a pandemia é um dos sinais de que, no Brasil, os cidadãos não vivem em uma democracia. 

Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos. 

A Folha Política, que também teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF e do TSE. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. 

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