segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Bolsonaro chama Lula de 'picaretão', alerta para manipulações da esquerda e reage a distorções da mídia


Ao conversar com cidadãos nos jardins do palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre as dificuldades em resolver problemas quando os próprios cidadãos mantêm práticas corruptas. O presidente relatou que havia recebido um vídeo de um produtor de café, falando da dificuldade de financiamento, e disse: “vamos resolver isso aí. Igual ontem, um caminhoneiro reclamou que em qualquer parada, em quase todos os postos, exigem 50 ou 60 reais para poder pernoitar o caminhão, ou abastecer, entre outras coisas”.

O presidente ponderou: “O Brasil é… veja  a CEAGESP em São Paulo. Trocamos, está lá um coronel da Polícia Militar. O que acontecia? Tinha 4 mil empurradores de carrinho, e cobravam 160 reais por mês de cada um. As mulheres que serviam cafezinho, duzentas, cobravam 60 reais de cada uma. Tudo era sacanagem, tudo era roubalheira. Não foi fácil mudar lá. Mudamos. Alguns querem que se resolva de uma hora para a outra. É difícil. Agora, isso aí… vi no Facebook vários comentários, cada comentário absurdo. “O cara é o dono do posto” - não, é concessão. O que chocou: um colega não tinha dinheiro para pagar, continuou na pista, andou 13 km, tombou o caminhão e morreu. É um fato real. Então, o pessoal cobra muito dos políticos, mas não cobra de si mesmo. Quando pode, mete a mão no irmão dele do lado”. 

Bolsonaro disse: “A gente vai mudando.  A live semana passada, fiz com o chefe do Inmetro. Inacreditável, se perguntar para o povão, poucos sabem o que é Inmetro, mas influencia na nossa vida. Reclamam quando vem a tomada de três pinos. Mas quando vem outra tomada, de cinco pinos, na orelha dele, não fala nada. Alguns reclamam de mim, “ah, botou um coronel lá”. Acontece que o coronel é formado pelo IME”.

O presidente também relatou: “Ontem, por coincidência, andando de moto, na pista tinha um clube de tiro. Entrei, atirei com o pessoal.  Por coincidência, botei no vermelho. São 600 mil CACs no Brasil. O picaretão está dizendo que, se for presidente, vai recolher as armas”. Bolsonaro também falou sobre o setor pesqueiro: “Se for falar em pesca aqui… desviavam até óleo diesel dos terminais portuários. Alguém lembra os últimos ministros da Pesca, o nome deles? Vou falar um: Ideli Salvatti. Nem sabiam, né? Procurem saber o que aconteceu. Por coincidência, do PT. O que aconteceu lá. Veja, hoje, o que está acontecendo com a pesca no Brasil”.

O presidente resumiu: “Pessoal, não dá pra consertar esse carro cheio de problemas de uma hora para a outra”. 

Bolsonaro também mencionou a renegociação de dívidas do FIES, e explicou: “Essa semana, agora, quinta-feira, vamos regulamentar esse negócio do FIES. Um milhão e setecentos mil jovens que fizeram o superior e não iam pagar… não vão pagar a conta”. O presidente disse: “O FIES é um bom programa, se feito com responsabilidade. O que a esquerdalha fez?  Criou um trilhão de universidades pelo Brasil, virou um negócio. 

Quem sabe, acompanha um pouquinho, vê o que aconteceu. A imprensa vê isso aqui e vai falar que eu estou contra o FIES. Imprensa canalha. Mas é uma realidade. Não são só os 1,7 milhão. São quase 3 milhões ... os outros estão inadimplentes parcialmente. Considera que quem está inadimplente de 2017 para cá não vai pagar mais, esse é caso perdido. Agora, não é justo você perdoar lá atrás e quem está adimplente continua pagando. Vai continuar pagando, mas vai ter um bom desconto para ele”.

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. 

A totalidade da renda da Folha Política, assim como de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, com o apoio e aplauso do presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, que é também ministro do STF. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a continuar nosso trabalho, doe qualquer valor através do Pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou com o código ajude@folhapolitica.org

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