sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Bolsonaro expõe como PT aparelhava o INMETRO para 'vender facilidades' e avisa que anunciará 'boa notícia' nesta tarde


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a cerimônia de lançamento do novo Modelo Regulatório do Inmetro. O presidente relembrou como trocou a direção da entidade, com a intenção de simplificar processos e desburocratizar. Bolsonaro apontou que seu governo vem implementando essa mentalidade de simplificação e desburocratização em diversas esferas, com a intenção de ajudar a população. 

O presidente anunciou que, nesta tarde, fará um anúncio de algo importante que ajudará na industrialização do País. E explicou que quem inova, industrializa e gera empregos é o empresário e não o Estado. Bolsonaro disse: “vamos voltar a industrializar o Brasil. Qual o primeiro passo? É não atrapalhar o empresário!”. O presidente acrescentou: “nós apenas damos meios para não atrapalhar o empresário, não atrapalhar o empreendedor”. 

O presidente lembrou como decidiu trocar o presidente do Inmetro e como escolheu Marcos Guerson. Bolsonaro relatou que notou que, no Inmetro, havia pessoas criando dificuldades para vender facilidades. E afirmou que, ao mudar essa mentalidade, “todo mundo ganha”. O presidente disse que o caminho é “Escolher as melhores pessoas e botar. Não aceitar indicação política”. Bolsonaro lembrou que, no passado, cargos como o de presidente e diretores do Inmetro eram cobiçados por políticos e afirmou: “nós sabemos, né, qual a intenção disso aí. A conta quem paga somos nós, consumidores”. 

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, esses fundamentos parecem ser relativizados ou mesmo cancelados. 

A Folha Política já foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, com o apoio e elogios do ministro do STF Luís Roberto Barroso, ex-presidente do TSE. 

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