sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Bolsonaro faz grave alerta para tribunais de exceção, inquéritos abusivos, totalitarismo inquisitório e violação de direitos


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro relatou que, durante sua visita à Hungria, visitou museus e monumentos em memória dos que foram dizimados por regimes autoritários  na Segunda Guerra Mundial. O presidente questionou: “isso poderia acontecer no mundo novamente? Se poderia, o que poderíamos fazer para evitar uma coisa como essa?”. 

Bolsonaro mencionou que, nesses regimes autoritários, o sistema judiciário era parte para produzir provas e condenar à morte adversários. O presidente comentou: “Eu lembro aqui do Renan Calheiros na CPI da Covid, quando ele falou: ‘eu faço a prova aqui’, e prosseguiu: “como a gente vê certas pessoas aqui no Brasil inventando provas - “olha, esse documento aqui era confidencial”. E não era. Não basta o delegado dizer que não era confidencial; não basta a corregedoria-geral da PF dizer que não era confidencial; não basta a Procuradoria-Geral da República dizer que não era confidencial; não basta a procuradoria da Câmara dizer que não era confidencial, que o dono desse inquérito leva para a frente. Então, a gente vê que o ser humano, não são todos, tem, sim, um instinto para mandar”. 

O presidente também apontou exemplos de comportamento ditatorial durante a pandemia e enfatizou a importância do voto em prefeitos e vereadores. Bolsonaro explicou o impacto da decisão do Supremo Tribunal Federal que transferiu poderes a governadores e prefeitos. O presidente apontou: “o que está em jogo é  a nossa liberdade. E tem gente que, quando a gente fala em liberdade, fica dando risada”. 

Bolsonaro disse que, apesar de todo o trabalho, há um esforço constante contra seu governo. O presidente relatou que, enquanto estava na Rússia, lidando com a notícia da catástrofe em Petrópolis, recebeu a notícia de que ministros do Supremo estavam sugerindo a ação do país em ataques ao sistema eleitoral brasileiro. O presidente lamentou: “A gente se vira o tempo todo, busca alternativas, mas tem gente o tempo todo trabalhando contra a gente. Não é fácil assim”. 

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso do ministro Luís Roberto Barroso, que também é ministro do STF.

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