terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Bolsonaro pede providências sobre invasão a igreja em Curitiba: ‘a esquerda volta a mostrar sua verdadeira face’


O presidente Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo da invasão a uma igreja católica, liderada por um vereador petista, na cidade de Curitiba. O presidente disse: 

- Acreditando que tomarão o poder novamente, a esquerda volta a mostrar sua verdadeira face de ódio e desprezo às tradições do nosso povo.

- Se esses marginais não respeitam a casa de Deus, um local sagrado, e ofendem a fé de milhões de cristãos, a quem irão respeitar?

Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena - detenção, de um mês a um ano, ou multa.

- Acionei o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos para acompanharem o caso, de modo a garantir que os responsáveis pela invasão respondam por seus atos e que práticas como essa não ganhem proporções maiores em nosso país.

O vereador que liderou o ato divulgou uma nota em que afirmou que tratava-se de um ato “contra o racismo, a xenofobia e pela valorização da vida”. Contrariando as imagens registradas em vídeo, que mostram os fiéis sendo acossados e agredidos verbalmente, a nota diz: “como parte simbólica da manifestação, entramos juntos na igreja que estava vazia, de forma pacífica”.

A deputada federal Bia Kicis afirmou: “Liderados pelo vereador Renato Freitas/PT, marginais invadem igreja da Ordem, em Curitiba (06/fev/22). A esquerda não tem respeito com nada. Já dão como certa a vitória de Lula e estão mostrando como serão em 2023. Esse crime precisa ser punido. E esse vereador precisa ser cassado”. 

O deputado federal Filipe Barros disse: “Estou protocolando denúncia ao Procurador Geral de Justiça do Paraná em desfavor do delinquente e desqualificado vereador de Curitiba.

Espero que a Câmara Municipal da nossa capital reaja à altura. Toda solidariedade à Arquidiocese de Curitiba”.

O deputado federal Paulo Eduardo Martins disse: “Militantes de esquerda invadem igreja em Curitiba no momento em que fiéis católicos aguardavam o início da missa. Um vereador do PT participou da ação. Eles dizem que protestavam contra o racismo. Na verdade o que move a turba é ódio ao cristianismo mesmo”. 

O vereador de Curitiba, Eder Borges, disse: “MISSA É INVADIDA POR PETISTAS HOJE DE MANHÃ EM CURITIBA- Confira imagens. Em um ato de EXTREMA COVARDIA, marginais liderados pelo vereador petista X invadiram a Igreja da Ordem hoje, assustando idosos que lá estavam para professar sua fé”. O vereador anunciou: “Acabo de protocolar pedido de cassação do mandato do vereador Renato Freitas (PT) no Conselho de Ética da Câmara”.

O investidor Leandro Ruschel respondeu: “Autoridades católicas não farão denúncia do crime praticado na Igreja em Curitiba, onde uma missa foi interrompida e fiéis foram xingados de "fascistas" e "racistas" por comunistas, liderados por um vereador do PT?”

O vereador Nikolas Ferreira perguntou: “Já saiu o mandado de prisão do Vereador do PT (Renato Freitas) que invadiu uma igreja católica durante a missa? Direita: é focar nisso até que isso seja feito. E ponto”.

O deputado federal Guiga Peixoto disse: “Quero ver a atuação da Câmara Municipal de Curitiba contra esse vereador que deve ser preso imediatamente. Isso não é um ato anti democrático, isso é vandalismo!!”

O empresário Salim Mattar alertou: “DEMOCRACIA EM RISCO! A invasão de militantes de esquerda liderados por um vereador petista a uma igreja católica em Curitiba durante uma missa é um atentado ao direito à liberdade religiosa. Cadê o MPF? E o STF? E o Congresso? Não podemos tolerar que esse ABSURDO fique impune!”

O vereador Pier Petruzziello disse: “Tomarei as medidas necessárias para pedir a cassação do vereador Renato Freitas do PT de Curitiba. Vereador deve lutar pela defesa do patrimônio material e Imaterial de sua cidade. Nesse caso violou os dois”.

O Professor de Direito Carlos Barros disse: 

“Um vereador do PT, liderou uma invasão à Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba, no último sábado (5), durante uma missa, interrompendo a celebração. Dezenas de pessoas, com bandeiras do PT e movimentos sociais, entraram à força no templo e começaram a gritar palavras como "racistas" e "fascistas". Sem atender aos pedidos do padre que queria continuar a missa, o petista fez um discurso dizendo, no meio da igreja, que os católicos tinham apoiado um "policial que está no poder". Para ele, os assassinatos de pessoas como Moïse Mugenyi no Rio de Janeiro, teriam relação com a conivência das pessoas com fé católica a autoridades "fascistas". A morte de Mugenyi foi terrível. Um ato de barbárie e selvageria. Mas ao ver o tenebroso vídeo do crime, é evidente que a motivação não foi a cor de sua pele. O petista anuncia, em Curitiba, que o crime, que teve lugar no Rio de Janeiro, ocorreu pela existência de um suposto "racismo estrutural", enquanto agride as senhorinhas que queriam rezar como se estas tivessem alguma relação com o ocorrido”.

O investidor Leandro Ruschel afirmou: “O líder da invasão à Igreja do Rosário em Curitiba, durante uma Missa, é o vereador petista Renato Freitas. Ele estava acompanhado de uma turba com bandeiras do PT e do PCdoB. Ele acusou os católicos de serem racistas e fascistas”. Ruschel publicou o art. 208 do Código Penal e afirmou: “Claramente, cometeu crime”. O investidor  questionou: “Autoridades católicas não farão denúncia do crime praticado na Igreja em Curitiba, onde uma missa foi interrompida e fiéis foram xingados de "fascistas" e "racistas" por comunistas, liderados por um vereador do PT?”

O Coordenador Administrativo do IPHAN, Victor Lucchesi, afirmou: “Ao perturbar missa numa Igreja Católica em Curitiba, o odioso vereador Renato Freitas (PT) atentou contra o princípio constitucional da liberdade de crença e cometeu crime contra o sentimento religioso. É importante que ele responda penalmente além de perder o mandato”.

O escritor Silvio Grimaldo apontou: “Um vereador comunista de Curitiba invadiu, com uma turma de arruaceiros, uma missa num dos lugares mais movimentados da cidade. Impossível que não houvesse policiamento no Largo da Ordem ontem. Por que a Polícia Militar paranaense permitiu a profanação?”

O jornalista Leonardo Coutinho questionou, marcando o perfil do PCdoB: “Eu gostaria de saber se existe alguma diferença entre milicianos que invadem terreiro de umbanda e militantes que invadem missa com bandeiras”. 

O deputado federal Coronel Tadeu disse: “Vereador do PT de Curitiba lidera invasão de igreja para protestar contra racismo.O inferno se levanta quando defendemos Deus. Artigo 208 do Código Penal: escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa. Pena: detenção de um mês a um ano. Cadeia nele!”

A vereadora Indiara Barbosa disse: “Vereador do PT lidera manifestação que invadiu a Igreja do Rosário, em Curitiba. Um ato de intolerância que deve ser repudiado! O caso foi discutido no plenário hoje e deve ser pautado no Conselho de ética da Câmara de Vereadores de Curitiba. O racismo deve ser combatido, mas não com ataques à Igreja e desrespeito às pessoas que estão professando sua fé.  Isso vai contra nossa Constituição!”

O professor Monteiro questionou: “Cassaram o mandato de deputado federal por externar opinião sobre as urnas eletrônicas, crime sem existir no ordenamento jurídico. Será que vão cassar o mandato desse vereador por um ato caracterizado como crime no ordenamento jurídico?”

O perfil do Movimento Conservador alertou: “Intolerância religiosa! A Igreja do Rosário, em Curitiba, foi invadida ontem por um grupo de comunistas liderados por um vereador do PT, e agrediram idosos que rezavam no local, e impediram o início da missa. Absurdo! Se ficarmos calados, logo começarão a queimar nossas Igrejas!”

A vereadora Sonaira Fernandes disse: “Se o vaga*** do vereador do PT tivesse invadido um centro de umbanda ou o templo de qualquer outra religião, a mídia agora estaria fazendo um escândalo ininterrupto. Mas podemos constatar o ÓDIO da mídia aos cristãos nesse silêncio sepulcral diante deste ataque de cristofobia!”. 

O Secretário de Saúde de Sorocaba, Dr Vinicius Rodrigues, disse: “Militantes de esquerda, inclusive um vereador do PT, invadiram missa em Curitiba, desrespeitando a fé e Nosso Senhor Jesus Cristo. É esse povinho que quer voltar ao poder e na época da eleição vai fingir que respeita a religião”.

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, apontou: 

“1- Intolerância religiosa não dá para aceitar. É o pessoal do “paz e amor” voltando a fazer invasões. Mas, dessa vez, atacam a religião? Que absurdo! Me espanta, ainda mais, ver que a grande mídia não deu tanta atenção para isso e não repercutiu o ato de criminalidade.

2- A invasão na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba (PR), ocorreu no sábado, liderada pelo vereador Renato Freitas, do PT, atrapalhando a celebração da missa. Lamentável.

3- E ainda há quem quer mais PT para o nosso país, daí sim veremos mais cenas como essa e com mais frequência, em todos os lugares possíveis e, como sempre, com aval do governo central, igual acontece na Venezuela e Cuba. Não podemos deixar isso acontecer, não é mesmo?”

O vereador Dylan Dantas disse: “Protocolei Moção de Repúdio ao vereador do PT Renato Freitas, de Curitiba, que em ato de intolerância religiosa liderou um grupo de militantes comunistas em invasão à Igreja do Rosário, ofendendo idosos, impedindo o início da missa e acusando a instituição de "apoiar fascistas"”.

O padre Silvio Roberto alertou: 

Nesse último domingo os comunist@s, liderados por um vereador do PT, invadiram uma igreja católica em Curitiba. Fica aos católicos mais uma oportunidade de refletir se devem ou não eleger comunist@s para representá-los nos cargos públicos. 

A resposta parece óbvia...

A juíza Ludmila Lins Grilo apontou: 

O que as mortes de 2 negros no Rio de Janeiro têm a ver com uma igreja católica em Curitiba?

Pense na seguinte situação hipotética: uma multidão vestindo camisa verde e amarela, gritando palavras de ordem, sacudindo bandeiras de partidos políticos de direita (acaso existissem), invade um terreiro de candomblé.

Pensou? Pois é. Não é difícil imaginar como a imprensa estaria numa hora dessas. “fascist4s!”, “intolerância religiosa!”, “crime de ódio!”, por aí vai.

Algum partido de esquerda, certamente, já teria apresentado uma representação na polícia e no MP – aliás, com razão. Nossa Constituição assegura a proteção aos locais de culto e suas liturgias (art. 5º, VI, CF). 

Além disso, nosso Código Penal prevê como crime a perturbação de cerimônia ou vilipêndio público de ato ou objeto de culto religioso (art. 208 do CP).

Tal situação aconteceu dias atrás. Só que os manifestantes não estavam de camisetas verde-amarelas, não agitavam bandeiras “direitistas”, nem invadiram terreiro algum. 

Na verdade, eles vestiam vermelho, balançavam bandeiras de partido de esquerda, e o local invadido foi uma igreja católica.

O motivo alegado, como sempre, é “nobre” e repleto de “boas intenções”. O vereador Renato Freitas disse que se tratava de um ato “contra o racismo e a xenofobia”, “em memória de Moïse e Durval” – dois negros recentemente mortos no Rio de Janeiro.

Não foi explicado, no entanto, o que uma igreja católica em Curitiba teria a ver com os lamentáveis episódios no RJ. 

Renato apenas disse que a entrada (rectius: invasão) na igreja foi simbólica e pacífica, e que “nenhum preceito religioso supera o amor e a valorização da vida, todas as vidas, inclusive as negras”. Lindo discurso, não?

Mas não precisa explicar, Renato. Nós já sabemos que essas pautas identitárias são o marxismo do século XXI. São pautas revolucionárias, essenciais para um projeto de poder político que encontra resistência naquilo que é o maior entrave para sua execução: o Cristianismo.

Muitos devem ter ficado sem entender qual a correlação entre os episódios no RJ e no PR. Para nós, que entendemos os fundamentos da guerra cultural, não há qualquer necessidade de explicação. Nós já sabemos.

Nas palavras de Alexandre Costa, “a Nova Ordem Mundial será, antes de tudo, anticristã”.

A internauta Carla Vieira questionou: “O STF já deu 48 horas para o vereador petista explicar a invasão na igreja católica?”

O Coronel Américo Higuti observou: “Vereador do PT lidera invasão de igreja católica durante missa. A imprensa militante está calada, pois quando se trata de intolerância religiosa, eles escolhem um lado para defender, e esse lado nunca é o cristão”.

O assessor especial da Presidência Filipe Martins afirmou: 

Os símbolos empunhados durante a invasão da igreja em Curitiba na tarde de ontem são uma lembrança de que o ataque ao Cristianismo é regra e não exceção na conduta comunista, ideologia que ass***** milhões de cristãos ao redor do mundo e que os persegue até os dias de hoje.

A invasão de ontem foi empreendida pelo mesmo grupo que quebrou crucifixos e violou imagens sacras *******, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude de 2013 no RJ, quando militantes também invadiram uma Missa em Copacabana e atacaram quem participava da Jornada.

A invasão de ontem foi empreendida pelo mesmo grupo que louvou as manifestações realizadas pela esquerda chilena que profanaram e destruíram igrejas em 2019, tudo enquanto Lula  dizia publicamente desejar repetir no Brasil o que a esquerda estava fazendo no Chile.

A invasão de ontem foi empreendida pelo mesmo grupo que, rotineiramente, ataca as igrejas evangélicas e faz chacota com protestantes tradicionais e pentecostais, tratando-os como uma ameaça para a democracia pelo simples fato de se orientarem pela sua fé em sua conduta pública.

Em suma, a invasão de ontem é ocasião para lembrarmos uma vez mais o desprezo geno**** da esquerda e do PT pelos cristãos, desprezo expresso não apenas com a violência mas também com a deturpação e perversão do Cristianismo através da Teologia da Libertação e da Missão Integral.

Caso o Ministério Público decida agir, o vereador, de um partido de extrema-esquerda, terá respeitado o devido processo legal em toda a sua extensão, diferentemente do que ocorre com manifestantes pacíficos cujas ideias são alinhadas com a direita. Certamente, sua imunidade parlamentar será levada em consideração, ao contrário do que ocorre com parlamentares de direita. Sua conduta será analisada para verificar se coincide exatamente com o tipo penal antes que qualquer medida seja tomada, ao contrário do que ocorre em “inquéritos” conduzidos nas cortes superiores. Garantias fundamentais serão lembradas, presunção de inocência será invocada, e a liberdade de expressão será mencionada como direito inalienável de todo cidadão. 

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos convidados a participar, nada disso é considerado um “ato antidemocrático”.

No dia 7 de setembro, milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, ministro do STF e presidente do TSE. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. 

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