quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Bolsonaro se enfurece ao escancarar desvios de 2 trilhões nos governos petistas: 'Canalhas!'


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante cerimônia alusiva à Visita à Barragem de Oiticica e ao Anúncio de Investimentos para a Região, em Jucurutu, no Rio Grande do Norte. O presidente lembrou: “Acho que todos sabem como foram os governos anteriores - pressões, conchavos, negociações… tudo girava em torno da região do Planalto Central. Para cá, quando sobrava alguma coisa, era interpretado como um favor a vocês. Não é favor. É nossa obrigação atender a todos vocês”. 

O presidente lembrou que tudo que o governo faz é financiado com o dinheiro do trabalho dos contribuintes. Bolsonaro lembrou ainda que seu governo teve que enfrentar uma pandemia inédita, e que, durante a pandemia, seu governo ajudou os cidadãos a enfrentarem as medidas impostas por governadores e prefeitos, com a autorização do Supremo Tribunal Federal, que tirou do presidente os poderes para comandar o combate à covid. 

Bolsonaro lembrou que, diferentemente dos governadores e prefeitos, seu governo não teve atitudes antidemocráticas. O presidente disse que a liberdade é o bem maior de um povo democrático e apontou: “ninguém vai poder me acusar do contrário. Em nenhum momento, nenhuma palavra minha, nenhum ato visou controlar a mídia”. 

O presidente afirmou que levar água para o Nordeste é obrigação do governo, inclusive porque as obras são feitas com o dinheiro dos próprios contribuintes, e lamentou que a governadora do estado impeça a conclusão total da obra. Bolsonaro apontou que a barragem não é concluída “por causa de 10 famílias que são usadas politicamente para tal”. O presidente acrescentou: “Não pode 15 pessoas prejudicar mais de 300 mil outras que vivem na região do Seridó. A gente pede a Deus que amoleça os corações de pessoas que fazem maldades com o povo para buscar poder para si”. O presidente lembrou: “em 1952 começou essa obra. Está prontinha para concluir. Só podemos fechar isso aqui depois que essas 10 ou 15 famílias deixarem essa região que será alagada com o fechamento da barragem”. 

Bolsonaro conclamou à união do povo brasileiro, sem distinções, e disse: “somos um só povo, uma só raça, temos tudo para sermos uma grande nação. E seremos uma grande nação. O que nos faz acreditar nisso é aquilo que a nossa retina detecta: cada vez mais as cores verde e amarela se fazem presentes. Nossa pátria aqui é a certeza de que com o trabalho de todos, os esforços de todos, nós seremos uma grande nação”. 

O presidente comparou os custos da transposição do rio São Francisco com os valores desviados ou mal utilizados nos governos petistas e questionou: “os caras desviaram 2 trilhões, e tem gente que tem saudade desses canalhas?”. Bolsonaro acrescentou: “Não é só o povo nordestino que sofre, não. Todo mundo sofre no Brasil, em consequência desses canalhas”. 

O presidente rebateu a narrativa de que ele seria autoritário, comparando com outros que, de fato, praticam o autoritarismo. Bolsonaro disse: “Eu não prendi nenhum deputado. Eu não desmonetizei página de ninguém. Eu não ameaço ninguém, mesmo os que me ofendem”. O presidente disse que, caso processe os que praticam contra ele injúria, calúnia e difamação, isso será feito segundo o devido processo legal e receberá a punição prevista na lei, e nunca prisão. O presidente acrescentou: “queremos eleições limpas no corrente ano. Jamais eu vou impor qualquer vontade minha sobre vocês. Muito pelo contrário. São vocês que decidem o futuro do nosso Brasil”.

O presidente concluiu dizendo: “Nós já estamos mudando o Brasil. Muitas práticas deixaram de existir”. Ele acrescentou: “eu ando no meio do povo. Eu me sinto bem, vocês me tratam bem. O povo é o meu juiz”. 

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