sábado, 12 de fevereiro de 2022

Dono da Havan, Luciano Hang dá uma ‘aula de Brasil’ ao explicar perseguição política a empresários


O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, fez uma live para comentar a decisão de reabrir um processo que pede a suspensão de seus direitos políticos. Ao explicar como partidos de esquerda usam o poder Judiciário para impor a agenda derrotada nas urnas, Luciano Hang deu uma verdadeira aula sobre o funcionamento do Brasil. 

O empresário explicou o que ocorreu no processo, que tinha sido arquivado na primeira instância e será analisado após um recurso ao tribunal. O empresário alertou: “estamos chegando às eleições. Se não cuidarmos, vão nos calar. Vão calar toda a situação para conseguir ganhar no tapetão. Nós não podemos deixar”.

O empresário explicou que partidos de extrema-esquerda solicitaram o processo, alegando que Hang teria interferido nas eleições por ter poder econômico. Ele disse: “alegaram que eu interferi nas eleições porque eu passei por lá e dei minha opinião”. Hang questionou: “por acaso, agora, as pessoas que fazem sucesso, empreendedores, empresários, não podem dar sua opinião? Eu não sou mais cidadão brasileiro? Não posso mais dar a minha opinião? Não tenho mais liberdade de expressão nem liberdade de pensamento?”.

O empresário relatou que contou sua experiência em cidades governadas por partidos de esquerda, onde rotineiramente criam dificuldades para os empreendedores e dificultam a geração de empregos e renda. Ele explicou: “por isso os empresários não se metem na política. Por isso, o cidadão comum tem medo”. E questionou: “é esse o Brasil que você quer?”. 

Luciano Hang comparou: “Dizem: “Ele é um empresário, não pode falar”. Mas o artista pode? Pode. O sindicalista pode? Pode. Todo mundo pode. O empresário não pode. O empresário tem que ficar quieto. Sabe por quê? Porque eu tenho independência financeira. Eu não dependo de um partido político, do governo, de um político, eu falo aquilo que eu penso. E todo brasileiro que tiver um trabalho tem independência e liberdade para ter os seus pensamentos, e votar em quem quer. Eles não gostam disso. Por isso que eles não gostam da classe média, por isso que eles não gostam dos empreendedores”.  

O empresário falou sobre a perseguição que sofre e disse: “Esse negócio de fake news… quando alguém fala uma coisa contra você e você acha que está errado, você processa o cara. Agora, querer proibir você de falar e de pensar, isso é ditadura. Você quer democracia ou ditadura? Você quer liberdade ou escravidão?”. E terminou questionando: “por que será que eles querem me calar? Fica a pergunta para você. Por que será?”.

O empresário Luciano Hang vem sendo perseguido em diversas esferas. Ele foi investigado na CPI da pandemia no Senado e também é perseguido por setores do Judiciário, em inquéritos que se baseiam em supostas reportagens produzidas pelo cartel midiático e aceitas como prova mesmo sem apresentarem qualquer suporte fático. Em um inquérito, o empresário foi incluído entre os investigados após um jornal afirmar que ele financiaria “disparos de zap”, com valores astronômicos. O empresário processou o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de Direito, o juiz reconheceu que não havia qualquer elemento fático que justificasse a acusação e condenou a jornalista e o jornal, reconhecendo que não houve o mínimo esforço de apuração. 

O mesmo procedimento de aceitar depoimentos de testemunhas suspeitas e interessadas, e tomar suas palavras como verdadeiras, se repete em diversos inquéritos nas Cortes superiores. Esses depoimentos, “relatórios” e “reportagens”, produzidos por pessoas interessadas, embasam medidas extremas contra conservadores, como buscas e apreensões, censura, e até mesmo prisões. 

A Folha Política já teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos. Atualmente, toda a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o aplauso do presidente daquela corte, Luís Roberto Barroso. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a impedir o fechamento do jornal, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o QR Code que está visível na tela, ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

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