sábado, 26 de fevereiro de 2022

General Girão e Bia Kicis alertam sobre escalada da censura: ‘verdadeiro movimento para silenciar, para calar a voz de uma parte da sociedade’


Durante sessão da Câmara dos Deputados, os deputados General Girão e Bia Kicis alertaram sobre as tentativas de censura de parcelas da população, pela ação de ministros do Supremo Tribunal Federal e até mesmo de parlamentares. 

O deputado general Girão apontou: “eu nunca presenciei, em toda a história do Brasil, tantas ameaças à democracia quanto estamos presenciando agora, principalmente por essas tentativas de cerceamento da nossa liberdade, por essa censura que está sendo aplicada pelo Supremo Tribunal Federal, que está querendo calar a boca dos Parlamentares, nos processando em função de denúncias vazias apresentadas por pessoas que não representam nada na sociedade”.

O deputado disse: “Será que o Ministro Alexandre de Moraes dorme tranquilo, com a cabeça no seu travesseiro, quando pensa no que está fazendo com a democracia brasileira? Será que o Ministro Barroso tem esse mesmo sentimento, assim como o Ministro Fachin e todos os demais Ministros que estão literalmente ignorando o livrinho? Isso é um absurdo! O livrinho foi feito para os senhores, que foram ungidos no cargo, devendo obedecer à liturgia dele e defender a Constituição. O que os senhores estão fazendo é cercear essa Constituição, cercear a liberdade. Estão querendo censurar redes sociais”.

General Girão afirmou: “Nós não podemos ficar calados. O Parlamento não pode se calar. Eu espero que o Senado também não se cale, que o Senado chame à responsabilidade esses Ministros, chame-os, sim, para um debate dentro do plenário do Senado. Se ali eles foram aprovados, ali eles podem também ser reprovados”.

A deputada Bia Kicis afirmou: “eu estou muito preocupada com os acontecimentos atuais, em ano eleitoral. Nós estamos assistindo a um verdadeiro movimento para silenciar, para calar a voz de uma parte da sociedade. Normalmente, essa parte que está sendo silenciada, que está sendo cerceada no debate, é a dos chamados "conservadores", mas é preciso dizer que, quando se inicia a censura, ela pode acabar atingindo a todos, não só um lado, não só os conservadores”.

A deputada mencionou as tentativas de bloquear um aplicativo de mensagens privadas e disse: “Tanto o Tribunal Superior Eleitoral quanto parte da Oposição e parte da mídia têm insistido em que o Telegram é como um antro, uma porta aberta para fake news, mas eles não conseguem apontar que fake news seriam essas, porque, na verdade, quem tem determinado quem faz ou não as chamadas "fake news", as notícias falsas, as mentiras são empresas checadoras, as tais fact-checking, que, na verdade, não checam fatos. Essas empresas vão em cima de opiniões que são manifestadas nas redes — e invariavelmente um lado é calado. Por quê?”. 

A deputada Bia Kicis apontou: “Não existe uma verdade oficial. O que existe é o debate. Sr. Presidente, eu quero dizer que o maior risco das eleições, independentemente de qualquer questão, de urna eletrônica, de voto confiável, de voto verificável ou não, é o de não termos um debate franco, aberto e livre, porque já estaríamos vendo eleições corrompidas. Cercear o debate é uma fraude”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 


Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, do TSE, com o aplauso e o respaldo do ministro Luís Roberto Barroso. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas.

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, inclusive celulares e tablets dos sócios e de seus filhos. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a evitar que o jornal seja fechado pela ausência de recursos para manter sua estrutura, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores, doe por meio do PIX cujo QR Code está visível na tela ou por meio do código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

A Folha Política atua quebrando barreiras do monopólio da informação há quase 10 anos e, com a sua ajuda, poderá se manter firme e continuar a exercer o seu trabalho. PIX: ajude@folhapolitica.org


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...