terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Ministro de Bolsonaro, Marinho ‘chuta o balde’ e escancara ‘assalto’ e demagogia de Lula e do PT no Nordeste


Em pronunciamento por ocasião de cerimônia realizada com o presidente Jair Bolsonaro no Ceará, ao participar da liberação das águas do Rio São Francisco, o ministro Rogério Marinho frisou os diferenciais do Governo Bolsonaro comparado aos governos anteriores, hachurou os significativos danos dos governos petistas à população e às contas públicas e escancarou como aparelhamento, favorecimentos ilícitos, demagogia e “assaltos” ao erário geraram consequências desfavoráveis ao futuro do Brasil e do Nordeste em especial.

O ministro encetou: “Este governo está fazendo em três anos o que não foi feito durante mais de dezesseis anos. O que não foi feito durante mais de 170 anos. O sonho da transposição do Rio São Francisco nasce aqui no Ceará, em 1844. O intendente faz um apelo para ‘canalizar’ o rio naquela época. Por dez anos, ficamos escutando que ‘mais de 95%’ da obra estava pronta. Vamos dizer a verdade para o povo brasileiro. Não funcionava porque não tinha prioridade. Estamos resgatando uma dívida histórica. Temos, hoje, na Presidência da República, alguém que serve o povo brasileiro, que não se serve dele. Desde o primeiro dia, o presidente orientou que não deixássemos obras paradas”.

Nesta toada, Marinho ressaltou os danos substanciais à Petrobras e ao BNDES: “Podemos olhar nos olhos das pessoas com o sentimento do dever cumprido. A Petrobras, em 2016, apresentava uma dívida bruta de 900 bilhões. O BNDES tinha um prejuízo de 500 bilhões. Somando os dois, dá um trilhão e quatrocentos bilhões de desvios, de ações deletérias. Houve um grupo que se apoderou do Estado para se locupletar, para se servir do Estado brasileiro, mas a mamata acabou. Chegou o presidente Jair Bolsonaro”.

Outrossim, o ministro foi enfático ao relatar descalabros dos governos petistas: “No governo passado, nesses 14 anos, vimos obras públicas de grande calado, de grande vulto sendo feitas. Aeroportos, portos, saneamento básico, hidrelétricas. Começaram e terminaram, mas na Venezuela, em Cuba, em Moçambique, na Nicarágua. Usando dinheiro do brasileiro para fazer obras em países com afinidade ideológica com o governante de ocasião. Os empréstimos não estão sendo pagos e quem está pagando a conta é o brasileiro, o cidadão comum. Cuba deu charutos em garantia. Imagine em um banco, o gerente não iria aceitar, a não ser que seja seu comparsa, assaltando a instituição que ele gerencia, como assaltaram o Brasil. Esse tempo acabou e não vai voltar. Garantiam a miséria para que as pessoas dependessem dos coronéis de ocasião. Neste governo, não”.

A Constituição Federal determina, em seu art. 5º, inciso LIV, que “ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”. No entanto, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar, em decisão monocrática em inquérito administrativo, a renda de canais e sites conservadores, como de Bárbara, do canal Te Atualizei, e da Folha Política. 

A decisão do ministro, que recebeu o respaldo e o apoio do presidente do TSE e ministro do STF Luís Roberto Barroso, confisca toda a renda dos canais, sem qualquer distinção segundo o tipo de conteúdo, o tema, a época de publicação ou qualquer outro critério. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a manter o jornal funcionando, doe através do QR Code que aparece na tela, ou utilizando o código Pix ajude@folhapolitica.org. Caso não use Pix, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo. Há quase 10 anos, a Folha Política vem enfrentando a espiral do silêncio imposta pelo monopólio da informação. Pix: ajude@folhapolitica.org


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