segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Senador Marcos Rogério critica ‘queda de braço’ de políticos e da imprensa contra Bolsonaro: ‘gravíssimos prejuízos’


O senador Marcos Rogério compartilhou um vídeo com trechos de seu discurso no Senado, quando abordou o aumento do número de crianças não alfabetizadas e apontou as consequências da atitude da imprensa e de políticos que se recusaram a debater os problemas reais, politizando a pandemia para prejudicar o presidente Jair Bolsonaro. 

Marcos Rogério disse: “Em 2021, o número de crianças entre 6 e 7 anos que não sabem ler, nem escrever, chegou a 2,4 milhões, um crescimento de 66% na comparação com 2019. Um dos gravíssimos prejuízos que amargamos na educação com a ausência de aulas presenciais no período de pandemia! Não podemos nos esquecer, que em 2020 e 2021, muitos setores da sociedade insistiram em medidas radicais, travando uma queda de braço com o Governo Federal, que não concordava com o fechamento das escolas. E agora o que vemos é um dos reflexos da politização do tema”.

No vídeo, o senador enfatiza: “Não podemos esquecer que, nos anos de 2020 e 2021, muitos setores da política nacional, parte da imprensa e da elite brasileira não quiseram discutir muitos dos problemas reais da pandemia, preferindo politizar o tema. Fizeram uma queda de braço com o governo federal, insistindo em medidas radicais sem o sustentáculo em argumentos lógicos e racionais. Faltou ambiente para se estabelecer discussões concretas que permitissem a formulação de propostas coerentes…”

Enquanto se recusou a investigar indícios de corrupção com os recursos enviados pelo governo federal para os estados e municípios, a CPI do Senado não poupou esforços em humilhar pessoas e empresas que manifestaram apoio ao presidente Jair Bolsonaro, além de quebrar sigilos sem qualquer fundamentação, vazar dados sigilosos para a imprensa e ameaçar pessoas de prisão. 

O procedimento é o mesmo observado em inquéritos conduzidos em cortes superiores: matérias da velha imprensa atribuem um “rótulo” ou “marca” a um grupo de pessoas, e isso é tido como suficiente para quebras de sigilos, interrogatórios, buscas e apreensões, prisões e confiscos. Após promover uma devassa nas pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”, os dados são vazados para a velha imprensa, que então promove um assassi* de reputações que dá causa a novas medidas abusivas. Conforme vários senadores já notaram, os procedimentos são, comumente, dirigidos aos veículos de imprensa independentes, em evidente tentativa de eliminar a concorrência, controlar a informação e manipular a população brasileira. 

Em um inquérito administrativo no Tribunal Superior Eleitoral, seguindo esse tipo de procedimento, o ministro Luís Felipe Salomão ordenou o confisco da renda de diversas pessoas, sites e canais conservadores, inclusive a Folha Política. A decisão recebeu elogios do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente do TSE. 

A decisão não discrimina os conteúdos e atinge a totalidade da renda dos sites, com o objetivo de levar ao fechamento das empresas por impossibilidade de gerar renda. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a impedir o fechamento do jornal, doe qualquer valor através do Pix, utilizando o QR Code que está visível na tela ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Há quase 10 anos, a Folha Política vem mostrando os fatos da política brasileira e dando voz a pessoas que o cartel midiático quer calar. Pix: ajude@folhapolitica.org


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