segunda-feira, 14 de março de 2022

Bia Kicis detona Lula e aponta intenção da esquerda: ‘O que eles querem de verdade é censurar os conservadores e impedir o debate’


Em sua live semanal, a deputada federal Bia Kicis comentou as declarações do ex-presidente Lula, de que pretende dar um papel de liderança a “movimentos” como o MTST em um suposto possível governo, e chamou a atenção para um fato ocorrido nesta semana com a campanha do ex-presidente. 

Bia Kicis relatou que o Whatsapp desativou contas e grupos relacionados à campanha de Lula e lembrou que o uso de “disparos de zap” sempre foi uma prática daquele partido. Bia Kicis lembrou que, na CPI das Fake News, o funcionário de uma empresa de disparos, Hans River, afirmou que tinha feito disparos para campanhas do PT, e não tinha feito nem visto nenhuma campanha para o presidente Jair Bolsonaro. 

Bia Kicis disse: “a gente espera que, dessa vez, peguem o que eles fazem, e que o TSE pare de perseguir os conservadores e de nos acusar de fazer o que é a esquerda que faz”.

A deputada também comentou as manifestações das plataformas de mídias sociais contra o projeto de lei das Fake News, explicando que o projeto não serve para os fins a que se propõe e vai prejudicar a liberdade de expressão.  A deputada lembrou que debateu com o relator da proposta, e explicou: “O que eles querem de verdade é censurar os conservadores e impedir o debate. Ainda mais em ano eleitoral. É isso que eles querem”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

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