quinta-feira, 31 de março de 2022

Bolsonaro e presidente do INCRA expõem revolução na reforma agrária: ‘50 mil títulos a mais que FHC, Dilma e Lula somados’


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro recebeu o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, que relatou a revolução que vem sendo promovida na reforma agrária no governo Bolsonaro. Geraldo Melo Filho explicou que 2021 foi o ano com o maior número de títulos de propriedade emitidos em toda a História do país. 

O presidente Jair Bolsonaro comparou a titulação promovida por seu governo com a exploração de cidadãos pelo MST em governos anteriores. O presidente disse: “o assentado que não tinha nada, na verdade ele não era dono daquele pedaço de terra, era usado pelo MST”. O presidente acrescentou: “essas pessoas deixaram de ser massa de manobra do PT. O PT nunca se preocupou com o homem do campo. A preocupação deles com a reforma agrária era só marketing, e o homem do campo, sempre escravizado. Esse título é uma carta de alforria”.

Geraldo Melo Filho explicou que, em 2022, já foram entregues 60 mil títulos, o que é mais do que foi entregue em qualquer um dos anos dos governos de esquerda. Ele explicou os benefícios da titulação: “primeira coisa é que ele não vai poder ser colocado para fora. Ela passa a ser dona, e aquele bem de família passa a ser um bem hereditário, crédito, garantia de que a família dele, de fato, é possuidora daquele bem”. 

O presidente do Incra explicou que o governo Bolsonaro já emitiu 340 mil títulos, e comparou: “de FHC até Dilma, foram emitidos 283 mil títulos. Então, no governo Bolsonaro, foram emitidos mais de 50 mil documentos a mais do que a soma de FHC, Lula e Dilma, em três anos”. 

O presidente do Incra explicou ainda que o governo Bolsonaro promoveu uma profunda mudança no tratamento dos assentados. Ele explicou que, em tese, a reforma agrária coloca as famílias na terra para que elas produzam o suficiente para viver bem. Melo Filho explicou: “O problema é que o conjunto de políticas que deveriam ter sido aplicadas a essas famílias nunca aconteceu”. O presidente do Incra explicou que, quando assumiu, havia 600 mil famílias em situação irregular, os assentados não recebiam assistência, e, mesmo assim, o INCRA havia devolvido à União 3 bilhões de reais que eram direito dos assentados. Melo Filho disse: “Simplesmente, não foi aplicado um crédito que estava disponível.. Isso não acontece mais. Passamos a aplicar integralmente esse valor”. Ele explicou ainda que o governo está investindo na qualificação dessas pessoas para que possam produzir e viver bem. E disse: “é possível? é. Em alguns lugares, já é uma realidade, em outros, é uma realidade distante”. 

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